Olá a todos os amantes de terror!
Temos aqui mais uma divulgação a fazer.
São dois vídeos do canal Plano Geek (se clicarem no nome irão ter ao canal).
Um dos vídeos fala sobre os "15 Filmes de Terror de baixo Orçamento Que Fizeram Sucesso", já o outro fala de uma menina que é possuída por um demônio, esse ultimo tema já foi muitas vezes falado aqui no Terror 666.
Vejam abaixo os dois vídeos:
Sugiro a todos que vejam!
domingo, 11 de outubro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
35 ANOS DE JASON - Como Foi Feito o 1° Sexta Feira 13
Olá!
Temos mais uma divulgação a fazer!
É um vídeo do canal Eu Amo Falar (se clicarem no nome irão ter ao canal).
Leitores portugueses do Terror 666, a dona é brasileira, mas o Terror 666 garante que o canal é muito bom!
O vídeo fala sobre os 35 anos do Jason e o making of do primeiro Sexta Feira 13 de 1980.
Temos mais uma divulgação a fazer!
É um vídeo do canal Eu Amo Falar (se clicarem no nome irão ter ao canal).
Leitores portugueses do Terror 666, a dona é brasileira, mas o Terror 666 garante que o canal é muito bom!
O vídeo fala sobre os 35 anos do Jason e o making of do primeiro Sexta Feira 13 de 1980.
Ficou muito bom!
Sugiro que todos vejam!
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
A Aranha Australiana
Andrea e Juan desfrutavam de uma maravilhosa lua de mel, nas paradisíacas praias da Austrália. Estavam num complexo turístico exclusivo, com praias de areia branca, águas cristalinas e a poucos metros de uma floresta. Era um dos poucos luxos que haviam se permitido após o casamento, pois nesses tempos de crise, tinham que se cuidar para não exagerar nos gastos. Os pais dela tinham insistido e assumido mais da metade do preço da viagem, o que motivou o casal a aventurar-se e realizar o sonho de viajar para a Austrália e desfrutar daquelas que seriam as melhores férias das suas vidas.
Os dias passavam rápido, como sempre acontece quando alguém se diverte, e não poderiam ter imaginado um lugar melhor. A “pulseirinha” que tinham contratado com o pacote do alojamento, dava-lhes direito a comer, beber e entrar em várias festas totalmente grátis. Era um sonho realizado, que dentro de pouco tempo acabaria, para eles despertarem e voltarem às suas monótonas rotinas de trabalho.
Quando faltavam apenas dois dias para a viagem de volta, conheceram um guia local, que prometeu levá-los a uma cascata que poucos turistas chegaram a conhecer. A viagem não era muito comprida, mas teriam que entrar na floresta a pé, uma caminhada de uns vinte minutos cruzando a frondosa selva. Na manhã seguinte, saíram com o guia, que, com um machete na mão, abria caminho pela mata. A vegetação exótica deixou os recém-casados maravilhados.
Entretanto, nem tudo era lindo. Os mosquitos eram muito insistentes, e até com o corpo banhado em repelente, sempre havia algum suficientemente voraz para atrever-se a picar. O guia ofereceu-lhes uma pomada feita de plantas nativas, que foi muito mais efectiva que o repelente de farmácia. Nenhum insecto os incomodou depois que a usaram.
Ao chegar na cascata, Andrea e Juan ficaram abismados com a beleza do lugar, uma pequena lagoa com a água mais limpa que já haviam visto, era adornada por uma queda d’água de uns quatro metros de altura. O canto dos pássaros, a selva em volta deles e o céu azul mais intenso que poderiam ter visto... Era o mais perto do paraíso que já haviam chegado.
O guia disse-lhes que voltaria em algumas horas, aconselhou-lhes que não se distanciassem do lugar, pois a selva poderia ser muito perigosa e era muito fácil perderem-se. Não queria incomodá-los no seu último dia de lua-de-mel e, a verdade é que eles também preferiam ficar sozinhos. Largaram as suas toalhas e bolsas e começaram a brincar na água, nadavam e beijavam-se, sabendo que, provavelmente, seria a última vez que estariam num lugar como esse.
Meia hora depois, cansados da água, decidiram comer e descansar sobre as toalhas. Quase sem se dar conta, Andrea adormeceu, mas logo despertou do sono com uma forte fincada no seu pescoço. Assustada, deu uma palmada na região e afugentou para longe um animal escuro que rapidamente se escondeu na vegetação, sem que ela tivesse tempo de ver o que era.
Juan examinou a esposa e viu uma pequena marca vermelha na zona da picada. Passou novamente a pomada que o guia havia lhes dado. Tinha sido um descuido não terem se protegido dos insectos após o banho.
Depois de um tempo, já tinham esquecido o assunto, pois a picada não incomodou por muito tempo, e logo chegou o guia para levá-los de volta. Mostrou-lhes alguns lugares bonitos que havia por perto e acompanhou-os ao hotel, onde entristecidos, começaram a arrumar as malas.
No dia seguinte, com muita tristeza, embarcaram para casa. Uma viagem de avião comprida e cansativa. No aeroporto, as famílias de ambos esperavam para um jantar na casa dos recém-casados, onde foi contado tudo sobre a viagem e foram mostradas fotos.
Andrea sentia um leve formigueiro no lugar da picada, mas foi uma semana depois que começou a complicar. O local inchou e virou um hematoma escuro. O formigueiro converteu-se em dor, e quase não podia tocar naquela zona, pois começava a latejar.
Juan levou a mulher ao médico, que lhes disse que Andrea estava com uma forte infecção. Avisou à enfermeira para que trouxesse o seu material cirúrgico e explicou-lhes que seria preciso uma pequena incisão, para deixar que o pus saísse e começar a tratar a zona. Também teria que tomar antibióticos por, pelo menos, sete dias.
Andrea era muito medrosa, e a ideia de que iriam cortar o seu pescoço com um bisturi dava-he pavor. Contudo, foi uma frase do médico que a deixou paralisada: “Se não ficar imóvel, corre o risco de que eu corte a sua jugular.” Paralisada de medo, sentiu quando o médico começou a cortar a zona.
Mas um imprevisto aconteceu.
O médico saltou para trás ao terminar o corte, aterrorizado.
Andrea sentia o sangue deslizar pelo seu pescoço, mas havia algo mais, podia sentir que algo parecia subir até a boca. Como é possível que o sangue subisse e se estendesse por todo o seu pescoço até à sua nuca? Porque o médico não se aproximava?
Segundos depois, a enfermeira entrou novamente na sala. Tinha saído a pedido do médico, para trazer mais gases. Ao olhar para Andrea, começou a gritar desesperada e saiu da sala a correr, fazendo com que a porta batesse fortemente.
Andrea levou a mão ao pescoço e pôde notar que, o que ela pensava ser sangue, subia até aos seus dedos. Ao olhar para a sua mão, entrou em choque e logo depois caiu desmaiada.
Dezenas de pequenas aranhas, sujas de sangue e pus, se moviam desesperadas entre os seus dedos, e muitas mais escapavam pelo corte recém aberto no seu pescoço.
Às vezes sente uma vontade de coçar esquisita durante a noite? Cuidado...
Os dias passavam rápido, como sempre acontece quando alguém se diverte, e não poderiam ter imaginado um lugar melhor. A “pulseirinha” que tinham contratado com o pacote do alojamento, dava-lhes direito a comer, beber e entrar em várias festas totalmente grátis. Era um sonho realizado, que dentro de pouco tempo acabaria, para eles despertarem e voltarem às suas monótonas rotinas de trabalho.
Quando faltavam apenas dois dias para a viagem de volta, conheceram um guia local, que prometeu levá-los a uma cascata que poucos turistas chegaram a conhecer. A viagem não era muito comprida, mas teriam que entrar na floresta a pé, uma caminhada de uns vinte minutos cruzando a frondosa selva. Na manhã seguinte, saíram com o guia, que, com um machete na mão, abria caminho pela mata. A vegetação exótica deixou os recém-casados maravilhados.
Entretanto, nem tudo era lindo. Os mosquitos eram muito insistentes, e até com o corpo banhado em repelente, sempre havia algum suficientemente voraz para atrever-se a picar. O guia ofereceu-lhes uma pomada feita de plantas nativas, que foi muito mais efectiva que o repelente de farmácia. Nenhum insecto os incomodou depois que a usaram.
Ao chegar na cascata, Andrea e Juan ficaram abismados com a beleza do lugar, uma pequena lagoa com a água mais limpa que já haviam visto, era adornada por uma queda d’água de uns quatro metros de altura. O canto dos pássaros, a selva em volta deles e o céu azul mais intenso que poderiam ter visto... Era o mais perto do paraíso que já haviam chegado.
O guia disse-lhes que voltaria em algumas horas, aconselhou-lhes que não se distanciassem do lugar, pois a selva poderia ser muito perigosa e era muito fácil perderem-se. Não queria incomodá-los no seu último dia de lua-de-mel e, a verdade é que eles também preferiam ficar sozinhos. Largaram as suas toalhas e bolsas e começaram a brincar na água, nadavam e beijavam-se, sabendo que, provavelmente, seria a última vez que estariam num lugar como esse.
Meia hora depois, cansados da água, decidiram comer e descansar sobre as toalhas. Quase sem se dar conta, Andrea adormeceu, mas logo despertou do sono com uma forte fincada no seu pescoço. Assustada, deu uma palmada na região e afugentou para longe um animal escuro que rapidamente se escondeu na vegetação, sem que ela tivesse tempo de ver o que era.
Juan examinou a esposa e viu uma pequena marca vermelha na zona da picada. Passou novamente a pomada que o guia havia lhes dado. Tinha sido um descuido não terem se protegido dos insectos após o banho.
Depois de um tempo, já tinham esquecido o assunto, pois a picada não incomodou por muito tempo, e logo chegou o guia para levá-los de volta. Mostrou-lhes alguns lugares bonitos que havia por perto e acompanhou-os ao hotel, onde entristecidos, começaram a arrumar as malas.
No dia seguinte, com muita tristeza, embarcaram para casa. Uma viagem de avião comprida e cansativa. No aeroporto, as famílias de ambos esperavam para um jantar na casa dos recém-casados, onde foi contado tudo sobre a viagem e foram mostradas fotos.
Andrea sentia um leve formigueiro no lugar da picada, mas foi uma semana depois que começou a complicar. O local inchou e virou um hematoma escuro. O formigueiro converteu-se em dor, e quase não podia tocar naquela zona, pois começava a latejar.
Juan levou a mulher ao médico, que lhes disse que Andrea estava com uma forte infecção. Avisou à enfermeira para que trouxesse o seu material cirúrgico e explicou-lhes que seria preciso uma pequena incisão, para deixar que o pus saísse e começar a tratar a zona. Também teria que tomar antibióticos por, pelo menos, sete dias.
Andrea era muito medrosa, e a ideia de que iriam cortar o seu pescoço com um bisturi dava-he pavor. Contudo, foi uma frase do médico que a deixou paralisada: “Se não ficar imóvel, corre o risco de que eu corte a sua jugular.” Paralisada de medo, sentiu quando o médico começou a cortar a zona.
Mas um imprevisto aconteceu.
O médico saltou para trás ao terminar o corte, aterrorizado.
Andrea sentia o sangue deslizar pelo seu pescoço, mas havia algo mais, podia sentir que algo parecia subir até a boca. Como é possível que o sangue subisse e se estendesse por todo o seu pescoço até à sua nuca? Porque o médico não se aproximava?
Segundos depois, a enfermeira entrou novamente na sala. Tinha saído a pedido do médico, para trazer mais gases. Ao olhar para Andrea, começou a gritar desesperada e saiu da sala a correr, fazendo com que a porta batesse fortemente.
Andrea levou a mão ao pescoço e pôde notar que, o que ela pensava ser sangue, subia até aos seus dedos. Ao olhar para a sua mão, entrou em choque e logo depois caiu desmaiada.
Dezenas de pequenas aranhas, sujas de sangue e pus, se moviam desesperadas entre os seus dedos, e muitas mais escapavam pelo corte recém aberto no seu pescoço.
Às vezes sente uma vontade de coçar esquisita durante a noite? Cuidado...
Ricardo.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Tubarão-Duende
O Tubarão-Duende é um dos mais antigos do mundo e vive nas profundezas dos oceanos.
Descobertos em 1898 por pescadores japoneses, estes tubarões podem chegar a medir seis metros de comprimentos e possuem um longo “nariz”, o que rendeu o apelido de duende.
Só foram encontrados 45 destes no mundo e é considerado o animal mais assustador dos mares.
Este Gif acima, foi retirado do documentário do Discovery Channel e foi feito pela revista Wired.
Rui.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
O fantasma que chora
Está a faltar posts com fantasmas aqui no Terror 666 e por isso decidi procurar por alguns vídeos que possam ser um pouco reais (talvez até o sejam).
No vídeo abaixo, alguém filma um fantasma a chorar. Aconselho a ouvirem também o vídeo e não só verem.
O que acharam? Real?
Juliana Dindarova.
No vídeo abaixo, alguém filma um fantasma a chorar. Aconselho a ouvirem também o vídeo e não só verem.
O que acharam? Real?
Juliana Dindarova.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


