domingo, 15 de dezembro de 2013

A expressão

Em Junho de 1972, uma mulher apareceu no hospital CedarSenai, Com nada mais que longas vestes brancas cobertas de sangue. Isso não deveria ser tão surpreendente como muitas vezes as pessoas têm acidentes nas proximidades e vão para o hospital mais próximo para atendimento médico. Mas havia duas coisas que causaram nas pessoas que a viram náuseas e Terror.

A primeira é que ela não era exactamente "humana". Ela parecia algo próximo a um manequim, mas teve a destreza e fluidez de um ser humano normal. O seu rosto, era tão perfeito como um manequim.
Ela tinha grandes presas entre os dentes, as mandíbulas presas tão artificialmente e firmemente em torno, de não poder ser visto o resto dos dentes. O sangue ainda estava esguichando sobre o seu vestido e escorria para o chão. Ela puxou o sangue para fora da boca, mandou-o de lado e entrou em colapso.
A partir do momento em que ela atravessou a entrada, foi levada para um quarto do hospital limpo antes de ser preparada para a sedação, ela estava completamente calma, inexpressiva e imóvel. Os médicos acharam melhor sedá-la e esperaram até que as autoridades chegassem e ela não protestou. Eles não foram capazes de obter qualquer tipo de resposta dela e a maioria dos membros da equipa sentia-se muito desconfortável de olhar directamente para ela por mais de alguns segundos.

Mas no segundo dia, que a equipa tentou sedá-la, ela lutou com força extrema. Dois membros do pessoal tiveram que segurá-la, foi quando o seu corpo se levantou da cama com aquela expressão, branca.
Ela virou os olhos sem emoção para o médico do sexo masculino e fez algo incomum. Ela sorriu.
Quando ela fez, a médica gritou e ficou completamente em choque.
Na boca da mulher não eram dentes humanos, mas longos, com pontas afiadas. Muito longos para a sua boca para fechar completamente sem causar nenhum dano.
O médico olhou para ela por um momento antes de perguntar "Que diabos é a senhora?"
Ela rachou o pescoço até os ombros para observá-lo, ainda sorrindo.
Houve uma longa pausa, a segurança foi alertada e pode ser ouvido vindo pelo corredor.
Quando ela ouviu, ela disparou para a frente, afundando os seus dentes na frente da garganta do medico, rasgando a sua jugular e deixando o cair no chão, caiu asfixiado quando se engasgou com o seu próprio sangue.
Ela levantou-se e se inclinou-se sobre ele, o rosto chegando perigosamente perto do seu rosto quando a vida desapareceu dos seus olhos.
Ela se aproximou e sussurrou no seu ouvido.
"I... am .... God ...." (Eu... sou... Deus...).

Os olhos da equipa cheios de medo que a observava calmamente de pé aguardando a chegada da segurança. Ela iria acabar com cada um deles um por um.
A médica que sobreviveu ao incidente deu a ela o nome de "A expressão".
Ninguém a viu novamente.


Rui

Aniversário da Diana (DSP)

Pedimos desculpa pelo nosso atraso antes de mais, a Diana regressou ao blog e em breve vai postar.

Hoje a Diana (DSP), a nossa colega da equipa do Terror 666, está hoje a fazer anos. E nós não poderíamos deixar de postar no blog e de enviar as nossas palavras à equipa do blog de fãs dela.
Diana, nós estamos honrados por te ter na equipa, mesmo com os desaparecimentos repentinos e a falta de tempo para te dedicares ao blog. Mas sabemos que quando te juntas a nós para a criação de um post, és a que mais ajuda. És empenhada e tentas nunca nos deixar sem posts. É maravilhoso conviver contigo, mesmo com uma mente diabólica e cheia de ideias sobre suspense e mistério para dar ao mundo, mas com uma simpatia gigantesca. Tens um talento enorme, quase impossível de pertencer a uma só pessoa.
Muitas felicidades, muito sucesso! Que continues com esse talento enorme!
Parabéns!

Já a seguir, um novo post!

sábado, 23 de novembro de 2013

O caso Parker-Hulme

O caso Parker-Hulme foi um assassinato ocorrido em Christchurch, Nova Zelândia, em 1954. O caso teve notoriedade quando uma mulher foi assassinada pela sua filha mais velha e a sua melhor amiga. O assassinato deu origem ao filme de 1994, “Almas Gémeas”, que foi o filme que colocou Kate Winslet no cinema.


Juliet Hulme, de 15 anos, conheceu, na Nova Zelândia, uma colega de escola, Pauline Parker, de 16 anos. Ambas tornaram-se amigas e sonhavam com uma vida juntas, cheia de fantasia, actores famosos (como James Mason e Orson Welles). Também se soube que tiveram uma espécie de relação lésbica.

Com o passar dos tempos, a intensa relação de amizade que surgiu entre elas vai chegando aos limites do amor obsessivo. Juliet não era nada sem a sua Pauline, e Pauline não poderia viver sem a sua Juliet. Passam os Verões juntas, os Invernos e todas as horas do dia uma com a outra. Descobriram que tinham uma imaginação incrível e a utilizaram para criar milhares de histórias.O que elas não sabiam, era que aquela maravilhosa história de amor, acabaria da pior maneira possível. Pauline escrevia um diário, onde expressou todos os seus sonhos e a sua rotina diária. Ali haviam histórias, inclusive, de relações sexuais entre ela e Juliet. Ela contava absolutamente tudo ao seu diário, e isso foi o que a delatou. Nos anos 50, na Nova Zelândia e na maioria dos países, a homossexualidade era considerada uma doença mental. Pauline foi diagnosticada de “lesbianismo” pelo médico Kenneth Stallworthy, que procurou a mãe de Juliet. Henry Hulme estava muito preocupado com a relação das duas meninas, porque não via como natural, ou normal. A culpa, é claro, foi colocada em Pauline. Pouco depois, a ameaça de serem separadas para sempre assombrava as meninas, que decidem ir juntas para os Estados Unidos, vender as obras de teatro que escreveram juntas. Contudo, por causa da instabilidade do casamento dos Hulme, a separação torna-se evidente e Juliet vê-se obrigada a ir à África com a sua tia. Pauline decide ir com ela, mas o plano é frustrado quando a sua mãe se recusa a permitir que a filha viaje com a amiga. Nesse momento, Pauline percebe que o único obstáculo entre ela e Juliet é Honora Parker, a sua mãe.
E decide matá-la!
No dia 22 de Junho de 1954, Honora foi encontrada perto do Parque Victoria, com o crânio destroçado por golpes.
As autoridades encontraram o cadáver e pouco depois, Pauline Parker e Juliet Hulme foram indicadas como as autoras do crime. A prova: os diários de Pauline. Ela havia planeado tudo. Sabiam o que tinham que fazer e como iam fazer. Juliet ajudaria-a em tudo.
Em 22 de junho de 1954, as meninas conduziram Honora Parker a um passeio, a pé, pelo parque Victoria, na cidade de Christchurch, onde moravam até então. Num lugar solitário do parque, Juliet mandou uma pedra de ornamento no chão, fazendo com que a Sra. Parker se agachasse para pegá-la. Nesse momento, Pauline havia planeado golpear a sua mãe com metade de um tijolo envolto numa meia. As meninas achavam que isso seria o suficiente para matá-la, entretanto, foram necessários 45 golpes de ambas para finalmente matar Honora Parker. A brutalidade do crime contribuiu para a sua notoriedade.
Pauline e Juliet foram levadas a juízo em Christchurch em 1954, e foram declaradas culpadas em 29 de Agosto do mesmo ano. Como eram muito jovens para ser submetidas à pena de morte segundo a lei neozelandesa daquela época, foram sentenciadas e condenadas a permanecer presas na graça de Sua Majestade. Na prática, essa sentença significava que permaneceriam presas a critério do Ministro da Justiça. Foram libertadas, separadamente, uns 5 anos depois. Uma das condições para a sua libertação foi que jamais voltariam a ver-se ou a comunicar-se.
Juliet Hulme logo após a libertação, mudou o seu nome para “Anne Perry”, usando o sobrenome/apelido do seu padrasto. Voltou para a Inglaterra, para morar com a sua mãe, no povoado escocês de Portmahomack. Tornou-se uma famosa escritora de livros sobre assassinatos, histórias de detectives e mistérios. Nunca se casou, nem teve filhos.
Pauline Parker, também após ser libertada, mudou o seu nome. Iria chamar-se “Hilary Nathan”. Depois de passar um tempo a viver na Nova Zelândia, ante a vigilância das autoridades, mudou-se para a Inglaterra. Ingressou num convento católico e converteu-se. Actualmente, também reside na Inglaterra, nas ilhas Órcades. Não se casou, nem teve filhos. Negou-se a falar com a imprensa sobre o assassinato de sua mãe, e apenas disse ter remorso e estar arrependida.
Acredita-se que nenhuma delas jamais voltou a encontrar-se.

Ricardo.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Terror Schneider - Gameplays de Terror/Horror

Pela primeira vez, temos uma divulgação no Terror 666.
É um canal do YouTube. Fãs portugueses do Terror 666, o dono é brasileiro mas o canal é muito bom!

E antes que vocês digam: "Isso é só divulgação, vamos embora!". Nós dizemos que vocês não se vão arrepender de ver estes vídeos.

Aconselhamos vocês a verem "Pesadelo". A nossa equipa adorou! Deixamos aqui o link da primeira parte:

Pesadelo - O início - Parte 1

E, para vocês rirem um pouco, o Schneider colocou um jogo muito divertido: Toilet Simulator
A nossa equipa riu imenso e, de acordo com Schneider, (Eu, Rui, ainda não fiz download do jogo mas acho que a Diana (DSP) fez e então em algum post ela irá falar dele) nem sequer dá para usar papel higiénico.

Irão passar bons minutos a ver os vídeos. Nós garantimos!

sábado, 2 de novembro de 2013

O fantasma de Anne Boleyn

Anne Boleyn (ou Ana Bolena traduzido) foi marquesa de Pembroke, era a segunda mulher de Henrique VIII da Inglaterra, e da rainha Isabel I.

O seu casamento com Henrique VIII foi polémico do ponto de vista político e religioso e resultou na criação da Igreja anglicana.

A ascensão e queda de Anne Boleyn inspiraram inúmeras biografias e obras ficcionais.

Anne e Henrique casaram secretamente pois Henrrique já era casado.

Como Anne estava grávida, Henrique teria o herdeiro que tanto esperou. Mas a igreja considerou o casamento inválido.

Anne, depois de dar a luz, três anos depois ela foi acusada junto com o seu irmão Jorge, por traição, adultério com o seu próprio irmão. Os dois foram presos e interrogados com direito a tortura. Na sexta-feira de 19 de Maio, Anne foi executada.

O seu espírito permanece na Torre de Londres. Segundo as lendas urbanas ela assombra também o local onde foi a sua antiga casa. E todos os anos, no seu aniversário de morte, ela chega com uma carruagem com cavalos e cocheiro sem cabeça, ou as vezes a carregar a sua cabeça.

Foto de Anne Boleyn:


Rui