sábado, 12 de outubro de 2013

Óleo de cão - Conto

Decidi trazer um conto para vocês. Digam o que acham.

Olá! O meu nome é Boffer Bings. Nasci de pais honestos, num estilo de vida dos mais humildes. O meu pai era fabricante de óleo de cão e a minha mãe tinha, ao pé da igreja da vila, um pequeno gabinete, onde eliminava bebés indesejados. Já na minha infância aprendi os processos da indústria. Não apenas ajudava o meu pai procurando os cães para o seu caldeirão, como também a minha mãe me encarregava frequentemente da missão de me desfazer dos despojos do seu trabalho no gabinete. Para me desincumbir desse mister, às vezes precisei de toda a minha natural inteligência, posto que todos os agentes da lei da vizinhança se opunham aos negócios de minha mãe. Já que os agentes não haviam sido eleitos pela oposição, o assunto nunca tinha injunções políticas: simplesmente faziam-no por fazer.
Naturalmente, o trabalho de meu pai – fabricação de óleo de cão – era menos impopular, embora os proprietários dos cães desaparecidos o olhassem às vezes com desconfiança, o que, em certa medida, se reflectia em mim. Como sócios, à escondida, tinha o meu pai os médicos da cidade, que quase nunca aviavam uma receita sem que nela constasse ao que eles orgulhosamente designavam “Ol. can.”, o remédio mais valioso que já se houvera descoberto. Mas a maioria das pessoas não está disposta a fazer sacrifícios pessoais pelos aflitos e era evidente que muitos dos cachorros mais gordos da cidade eram proibidos de brincar comigo. Isto feriu a minha sensibilidade juvenil e, certa feita, dirigiram-se a mim para fazer-me de pirata.
Olhando para trás, para aqueles dias, não posso, às vezes, evitar o arrependimento, pois, levando indirectamente os meus queridos pais à morte, fui o autor dos infortúnios que profundamente afectaram o meu futuro.
Certa noite, ao passar à frente da fábrica do meu pai, quando vinha do gabinete de minha mãe, trazendo um exposto, vi um guarda que parecia observar atentamente os meus movimentos. Embora bastante jovem, eu já aprendera que os guardas só acorriam aos fatos mais repreensíveis, de molde que dele me esquivei, enfiando-me na fábrica de azeite por uma porta lateral, que calhou estar aberta. Travei a porta de uma vez e fiquei só com o meu morto. O meu pai já se recolhera. A única luz daquele lugar provinha do forno, que ardia intensamente sob um dos caldeirões, espalhando uma profunda luz e lançando reflexos rubros nas paredes. No caldeirão, o óleo estava em indolente ebulição, empurrando, ocasionalmente, um pedaço de cão para a superfície. Fiquei a esperar que o guarda se retirasse. Mantive no meu colo o corpo nu da criancinha e lhe acariciei ternamente o cabelo curto e sedoso. Ah, como era bela! Já naquela tenra idade eu gostava muitíssimo das criancinhas e, ao contemplar aquele anjinho, quase desejei no meu coração que a pequena ferida vermelha de seu peito, obra de minha querida mãe, não fosse mortal.
O que eu pretendia, como de costume, era jogar a criança ao rio, que a natureza sabiamente nos legara para tal fim, mas, naquela noite, com medo do policial, não me atrevi a deixar a fábrica de azeite. “Afinal – disse com os meus botões – , não acho que teria importância se eu vier a entorná-la no caldeirão. O meu pai nunca irá distinguir os seus ossos dos ossos de um cachorro. E as poucas mortes que pudessem resultar da administração de outro tipo de azeite, no lugar do incomparável 'Ol. can.', não serão percebidas numa população que cresce tão rapidamente". Em suma, dei o meu primeiro passo para o crime, o que me trouxe sofrimentos indizíveis, e entornei a criança no caldeirão.
No dia seguinte, para minha surpresa, o meu pai, a esfregar as mãos de satisfação, informou a mim e à minha mãe que obtivera o óleo de qualidade nunca vista, e que este era o parecer dos médicos aos quais levara amostras. Ele acrescentou que não tinha ideia de como lograra tal resultado, pois tratara os cães como sempre o fizera, em todos os aspectos, e eram eles de uma raça comum. Considerei que era o meu dever lhes ofertar uma explicação e teria certamente contido o ímpeto da minha língua se pudesse prever as consequências. Os meus pais, lamentando a anterior ignorância sobre as vantagens de combinar os seus afazeres, adoptaram medidas para reparar o erro. A minha mãe mudou o seu gabinete para uma ala do edifício da fábrica e as minhas tarefas com relação ao ofício cessaram. Já não mais precisavam de mim para que me desfizesse dos pequenos supérfluos e não remanescia a necessidade de atrair os cães à condenação, pois o meu pai renunciou completamente a eles, embora ainda ocupassem o honroso nome no azeite. Assim, subitamente atraído para o ócio, poder-se-ia esperar que eu me tornasse uma pessoa viciosa e dissoluta, mas não foi isso o que aconteceu. A santa influência de minha querida sempre recaía sobre mim, protegendo-me das tentações que assediam a juventude, e, além disso, o meu pai era diácono de uma igreja. Ai de mim! Por culpa minha, estas estimáveis pessoas iriam evoluir a um fim tão cruel!.
Ao experimentar um proveito duplo com os seus negócios, a minha mãe entregou-se ao mister com uma assiduidade nunca dantes vista. Não apenas se desfazia dos bebés indesejados que lhe eram entregues, como acorria às ruas e becos à procura de criancinhas maiores e mesmo adultos que lograva atrair à fábrica. Também o meu pai, apaixonado pela melhor qualidade do óleo produzido, fornecia os seus caldeirões com diligência e zelo. A conversão dos seus vizinhos em óleo de cão tornou-se, em suma, a paixão das suas vidas. Uma ganância absorvente invadiu as suas almas e ocupou o lugar da esperança que tinham de alcançar o paraíso, que, da sua feita, também os inspirava.
E se atiraram tão vivamente à empresa que uma reunião pública foi realizada, na qual adoptaram-se resoluções que os censuravam severamente. Ele foi intimado pelo presidente: quaisquer incursões contra a população seriam recebidas com hostilidade. Os meus pobres pais saíram da assembleia com o coração partido, desesperados e, creio eu, não completamente sãos. Considerei prudente, de toda forma, não entrar com eles na fábrica de óleo naquela noite e fui dormir lá fora, num estábulo.
Cerca de meia-noite, algum misterioso impulso ordenou que eu me levantasse e espreitasse pela janela do quarto do forno, onde eu sabia que meu pai já dormia. O fogo ardia em fulgores, como se esperasse por uma colheita abundante no dia seguinte. Um dos enormes caldeirões fervia devagar, dotado de um misterioso aspecto de auto-contenção, como se aguardasse o momento de transbordar a sua total energia. Mas o meu pai não estava na cama. Levantara-se e estava com roupas de dormir. Fazia um nó numa corda vigorosa. Pelos olhares que dirigia à porta do quarto de minha mãe, deduzi perfeitamente o propósito que ele tinha em mente. Mudo e imóvel, cheio de terror, eu nada pude fazer em matéria de prevenção ou alerta. Subitamente, a porta do quarto da minha mãe abriu-se sem fazer ruído e eles se defrontaram, ambos aparentemente surpreso. A senhora também estava de camisola, e levava, na mão direita, a sua ferramenta de trabalho: uma longa adaga de lâmina estreita.
Ela foi, igualmente, incapaz de negar-se ao lucro que a atitude hostil dos cidadãos e a minha ausência lhe permitiam. Por instantes, eles contemplaram mutuamente os olhos em chamas e, então, lançaram-se com indescritível fúria um contra o outro. Como demónios, lutaram pelo cómodo todo. O meu pai maldizia. A minha mãe gritava. Ela tentava cravar-lhe a adaga. Ele forçava por estrangulá-la com as grandes mãos. Não sei por quanto tempo tive a desgraça de observar este desagradável momento de infelicidade doméstica, mas, enfim, depois de um esforço mais vigoroso que o ordinário, os adversários subitamente se separaram.
O peito do meu pai e a arma da minha mãe exibiam sinais de contacto. Por instantes, olharam-se da forma mais hostil. Então o meu pobre e ferido pai, sentido sobre si a mão da morte, saltou à frente e, fazendo pouco da resistência que a minha mãe oferecia, tomou-a nos braços, conduzindo-a ao caldeirão fervente. E, reunindo as suas últimas forças, saltou com ela! Num momento, ambos tinham desaparecido e adicionavam seu óleo àquele do comité dos cidadãos que os haviam convocado, no dia anterior, à reunião pública.
Convencido que estes funestos acontecimento obstruíam todos os caminhos para uma honorável carreira naquela cidade, abandonei-a em prol da famosa vila de Otumwee, onde escrevi estas memórias com o coração repleto de remorsos por um ato tão imprudente e que envolve um deveras catastrófico desastre comercial.

Ricardo.

domingo, 6 de outubro de 2013

Métodos de tortura na China


A China utilizava métodos de tortura em perseguição aos praticantes de Falun Gong, uma prática avançada de cultivo de mente e corpo. Em baixo estão alguns desses métodos.

Alimentação forçada

A alimentação forçada nada mais é do que tubos que são empurrados pelo nariz e no estômago das vítimas, normalmente isso rompe e danifica os tecidos e às vezes o tubo entra no pulmão, eles são deixados no estômago da vítima durante vários dias ou semanas, causando infecções graves ou são puxados e colocados repetidamente.

Masmorra d'àgua

A masmorra d'àgua consiste numa pequena gaiola de ferro com pontas em todos os lados na qual a vítima é trancada e algemada no topo durante dias na escuridão total, algumas mergulham a pessoa até a altura do peito com água suja contendo muitas vezes lixo e esgoto e em outros casos é tão profundo até para a pessoa ficar de pé.

A Cama da Morte

A cama da morte é basicamente uma placa de ferro ou madeira com algemas para manter as vítimas esticadas numa posição.
A vítima é geralmente levada a uma cama da morte por um período mínimo de sete dias vestida apenas com uma camisa ou completamente nua. Como a movimentação é completamente restrita, o confinamento leva à uma atrofia muscular dolorosa que faz com que a pessoa fique caída no momento em que é solta.
Uma vez que a vítima não foi liberada depois de muitos dias, a tortura sobre a cama da morte é geralmente associada com a tortura de alimentação forçada.

A bancada do tigre

Durante esta tortura, a polícia prende as pernas da vítima firmemente à bancada do tigre usando cintos. Em seguida, colocam tijolos ou outros objectos duros sob os pés do torturado. São colocadas camadas de tijolos até as correias arrebentarem. As vítimas sofrem uma dor insuportável e muitas vezes desmaiam durante estas sessões de tortura.
Outras torturas são frequentemente utilizadas na vítima ao mesmo tempo, incluindo choques eléctricos com bastões, queimar o corpo com cigarros, inserir farpas de madeira sob a unha, tapas o rosto e ter a boca amarrada com uma corda (muitas vezes a vítima não pode fechar a sua boca uma vez que os dois cantos da boca foram rasgados.)

Celas pequenas

As celas pequenas tem 1,5 metros de altura, 1,3 metros de comprimento e menos de um metro de largura. As vítimas são geralmente algemadas na jaula de modo que fiquem desajeitadas e sem posição. Dormir não é permitido e após alguns dias, as pernas da vítima ficam inchadas. Em casos graves, a necrose pode comprometer os pés, tornozelos e pernas.
Essas celas são colocadas ao ar livre, expondo a vítima ao frio do inverno, ao calor escaldante do verão e a picadas de insectos.

Queimaduras

Este tipo de tortura é mais simples que a outras, ela consiste em amarrar a vítima e queimar o seu corpo aos poucos com cigarros, isqueiros, ferros de passar e outras peças do nosso dia a dia.

Choques Eléctricos

Os instrumentos mais utilizados para torturar com choques eléctricos são os bastões eléctricos. Estes podem libertar uma descarga eléctrica até 300000 volts, e são usados nas partes mais sensíveis do corpo: boca, planta dos pés, nos genitais, nos peitos e no pescoço. Às vezes eles molham a vítima para intensificar a dor e podem usar mais um de bastão ao mesmo tempo.

Aqui está um vídeo que vai ajudar a entenderem melhor.




Rui.

Matriz pode ser real

Após assistir a Matrix, ficaste a perguntar-te se realmente existe um universo paralelo gerado por um computador?
Se a resposta foi positiva, talvez esteja a chegar a hora de descobrires a verdade.

Segundo o Daily Mail , um grupo de cientistas da Universidade de Bonn (Alemanha) encontrou uma forma de confirmar se o universo como conhecemos é ou não uma realidade simulada.
Para confirmar a suposta teoria do 'Matrix', os estudiosos procuram criar uma simulação de nosso universo para encontrar a natureza da"visão restrita", que nos impediria de perceber esse universo paralelo virtual em que (teoricamente) estaríamos a viver.
Segundo eles, é possível que alguma civilização tenha conseguido produzir computadores tão poderosos capazes de desenvolver simulações do próprio universo. Sendo assim, estaríamos a viver numa dessas simulações, reproduzindo a mesma trajectória que os nossos criadores. Ou seja, no futuro, seríamos capazes também de projectar as mesmas simulações em que supostamente vivemos.
A verdade será finalmente revelada quando os físicos unificarem o micro e o macro e encontrarem as nossas limitações percepto-sensoriais que nos impedem de ver a realidade.


Rui.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Coincidências entre Abraham Lincoln e John F. Kennedy

Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.

Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960.

Ambos se preocupavam muito com, sobretudo, os direitos civis.
Ambas as suas esposas perderam crianças enquanto habitavam a casa branca.

Ambos os Presidentes foram assassinados numa sexta-feira.
Ambos os Presidentes levaram um tiro na cabeça.

E agora é que se torna mais estranho:

O secretário de Lincoln chamava-se Kennedy,
O secretário de Kennedy chamava-se Lincoln.

Ambos foram assassinados por alguém dos estados do sul.
Ambos os Presidentes foram sucedidos por um homem do sul chamado Johnson.

Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.

John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839.
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.

Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus 3 nomes.
Ambos os seus nomes eram formados por 15 letras.

E agora, ainda mais estranho:
Lincoln foi assassinado num teatro chamado “Ford”
Kennedy foi assassinado num carro da marca Lincoln, feito pela “Ford”

Lincoln foi assassinado num teatro e o seu assassino correu para um armazém para se esconder.
Kennedy foi assassinado a partir de um armazém e o seu assassino fugiu para um teatro e escondeu-se lá.

Booth e Oswald foram assassinados antes do seu processo.

1 semana antes de Lincoln ser assassinado, ele esteve em Monroe, no estado de Maryland
1 semana antes de Kennedy ser assassinado, ele esteve com Marilyn Monroe.

São apenas coincidências?
Assustador?



Rui.

Possibilidades cientificas de acontecer um Apocalipse Zumbi

Acreditas no Apocalipse Zumbi?
Pois se a resposta é negativa estás errado/a.

Neste post vão mudar de ideia.

Parasitas Cerebrais
O que é?
Parasitas que escravizam os seus portadores como se fossem zumbis insanos. São comuns na natureza.

Chances de um Apocalipse Zumbi:

Humanos e ratos não são muito diferentes, é por isso que usamos ratos para testar os nossos medicamentos. Tudo o que precisamos é de uma versão mais evoluída da toxoplasmose, uma versão que pudesse fazer connosco o que faz com os ratos. Imagina se metade do mundo de repente parasse de ter o instinto de auto-preservação ou pensamento racional? Quer dizer, ainda menos pensamento racional do que já tem.

Neurotoxinas
O que é?
Existem certos tipos de venenos que diminuem as funções corporais a ponto do indivíduo ser considerado morto mesmo para um médico. O veneno Fugu (do baiacu japonês) pode fazer isso.
As vítimas podem ser trazidas de volta sob o efeito de uma droga como a Datura Stramonium (ou outros produtos químicos chamados alcalóides) que os deixam num estado de transe sem memória, mas ainda capazes de comer, dormir, grunhir e andar por aí de braços esticados.

Como isso pode resultar em zumbis?

Isso já aconteceu no Haiti, que é de onde vem a origem da palavra "zumbi". Existem livros sobre o assunto, os mais famosos são de Wade Davis que escreveu Passagem das Trevas, A Serpente e O Arco-Íris. 
E o que era verdade nessa história toda?

O que é definitivamente verdade é a história do haitiano Claivius Narcisse. Ele foi declarado morto por dois médicos e enterrado em 1962. 18 anos depois, encontraram-no vagueando ao redor da vila, e descobriram que sacerdotes voodoo locais vinham utilizando produtos químicos naturais para "zumbificar" pessoas e colocá-las para trabalhar nas plantações de açúcar.

Então, da próxima vez que estiveres a derramar um pacote de açúcar no teu café, lembra-te que ele pode ter sido tratado por um zumbi.

Chances de um Apocalipse zumbi:

Por um lado, isso já aconteceu, mas mesmo se algum génio do mal intencionalmente distribuir as toxinas alcalóides para uma população afim de transformá-los em uma horda de zumbis loucos, não existe nenhuma maneira de fazê-los serem agressivos ou canibais. Ainda.


O Vírus Da Raiva
O que é?
É um vírus que ataca a medula espinhal. É quase como a doença da vaca louca.

Como isso pode resultar em zumbis?
Quando a doença da vaca louca atinge os humanos, chamamos de Doença de Creutzfeldt-Jakob. Vejam os sintomas:
- Alterações no modo de andar
- Alucinações
- Falta de coordenação (como por exemplo, tropeçando e caindo)
- Espasmos musculares
- Convulsões
- Rápido desenvolvimento de delírios ou demência

A doença é rara e os doentes não são conhecidos por perseguir pessoas como monstros assassinos. Ainda. Mas isso prova que infecções cerebrais generalizadas da Raiva são apenas uma questão de esperar pela doença certa chegar.

Chances de um Apocalipse zumbi:

Se a ideia de violência irracional parece exagero, lembra-te que estás apenas a uma substância química (serotonina) longe de te transformares numa máquina de matar irracional. (Isso foi testado em ratos e eles começaram a se atacar nas gaiolas).
Tudo o que seria necessário é uma doença que destrua a capacidade do cérebro de absorver serotonina e de repente o mundo em "Extermínio" vira real.

Então imagina uma doença evoluída, uma espécie de Super Vaca Louca, e imagina que essa doença se espalha através do contacto por sangue ou saliva. Agora tu tens um vírus da raiva do tipo que pode ser transmitido por uma mordida.

Neurogênese
O que é?
Sabes aquela controvérsia toda que falam sobre as pesquisas com células-tronco?
Bem, elas podem ser usadas basicamente para regenerar células mortas. São de interesse particular dos zumbiologistas o método da neurogênese, pelo qual as células-tronco são capazes de regenerar tecido cerebral morto.
Como isso pode resultar em zumbis?
Ciência pode muito bem salvar-te de tudo, menos morte cerebral. Eles podem trocar basicamente todos os teus órgãos, mas se o teu cérebro parar de funcionar, tu morres Certo? Não por muito tempo.
Eles já são capazes de regenerar cérebros de pacientes em coma por trauma cerebral até que eles acordem e comecem a andar por aí.
Combina isso com a nova capacidade de manter um corpo em estado de animação suspensa para ser trazido de volta à vida desde que o encontremos rápido o suficiente.
Basicamente faz o cérebro morrer de fora para dentro, ou seja, o lado de fora morre primeiro, que é o córtex (a parte boa que torna nós seres humanos em humanos) deixando apenas a parte que controla a função motora básica e os instintos primitivos para morrer depois.
Não precisas do córtex para sobreviver, tudo o que precisas é o tronco cerebral: ainda serás capaz de andar sem pensar e comer. Por isso algumas galinhas podem continuar a andar depois de terem sido decapitadas.

Bem, pegas um paciente com morte cerebral, usas essas técnicas para regenerar o tronco cerebral e tu terás um corpo irracional movendo-se por aí, sem nenhum pensamento e nenhuma personalidade, nada além de uma nuvem de instintos básicos e impulsos.

E isto faz com que haja um Apocalipse Zumbi.

A ciência já provou isso.

Rui.