segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O demónio que vive em ti

Aqui está mais um conto para vocês.

Naquele momento, encontrava-me sozinha em casa, sem nada para fazer além de contemplar, observar e sentir a relativa calma daquela escura noite. De um minuto a outro, encontrava-me escrevendo ao máximo do que minha inspiração alcançava, para aliviar um pouco esses momentos, pois o silêncio começava a perturbar-me e inquietar-me. Quanto mais escuro ficava, mais estranha eu sentia.
E, de repente... Nada. Somente silêncio e obscuridade rodeavam o que antes era pura calma. Via ao meu redor nada mais que um vazio... Mas, de toda forma, encontrava-me calma, serena e a pensar.
Sem me dar conta quando, comecei a escutar estranhos ruídos e sinistros lamentos, ou talvez gemidos... Não sabia de onde vinham, senti-me incompetente. De repente, esses terríveis lamentos pararam, e no seu lugar, um macabro riso começou a soar. Fazia na minha mente um eco brutal, simplesmente não parava, e não parecia querer parar.
Perdi a calma. Não conseguia dizer nada, apenas observava e escutava. Comecei a visualizar uma silhueta semi-humanoide, com dois vermelhos e penetrantes olhos. Naquela silhueta desenhava-se um sorriso, e da sua direcção vinham as gargalhadas, cada vez mais seguidas e fortes em minha mente.
Perdi o controle. Comecei a gritar “QUEM É?” “QUEM ÉS TÚ?” “O QUE QUERES?”. Não me dizia nada, apenas continuava a rir. Pedi que respondesse e nada.
Fechei os meus olhos no meio aquele riso maníaco e os cobri com as mãos. As lágrimas e o desespero tomaram conta de mim. Após alguns minutos, abri os olhos, tirei as mãos do rosto e não havia nada.

“Teria sido um sonho... Ou melhor, um pesadelo?”
“Estou a ficar louca?”
“Algo realmente aconteceu?”

Este tipo de experiência é mais comum do que pensei. Quando fui ao psiquiatra, ele me receitou alguns remédios e disse que eu sofria de stress. Não me contentei e, pela Internet, encontrei pessoas que tiveram a mesma experiência que eu.
Há um demónio que assombra a mente humana. Ele está sempre presente, mas não lhe é permitido aparecer. É esse demónio que nos leva a cometer erros, a fazer escolhas erradas, à depressão e mais uma série de coisas más. Ele está ao nosso lado esquerdo, parado, estagnado. Ele nunca nos deixa sós.
Algumas pessoas passam pela experiência de escutá-lo ou visualizá-lo. Foi o que aconteceu comigo. Porquê? Porque no momento de maior escuridão, quando estamos sozinhos e nos deixamos levar pela angústia e pela falta de fé, ele consegue a força suficiente para se fazer visível.
Uma criatura extremamente obscura, um ser vindo das trevas que leva cada ser humano ao erro. Aquele que perturba o seu sono, que lhe traz pesadelos. Aquele que lhe induz a afundar mais ainda a lâmina, no momento do suicídio. Aquele que tira o seu controle.
Essa pode não ser uma história de terror que estrele um filme, mas posso garantir-lhes que é real. E lhes garanto, ainda, que pelo menos uma vez na vida, terão uma experiência de contacto com o vosso demónio.

Todo o mundo tem um demónio dentro de si.

E qual é o teu?

Pesquisado por Ricardo, Postado do Diana (DSP).

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ouça o relógio

Olá aos leitores do Terror 666. Trago aqui mais um post. Se quiserem fazer o que está no post estão a vontade, apenas não me responsabilizo por danos que possam causar.

Se quiseres perder todo o rastro da realidade e destruir a tua sanidade por completo, simplesmente deves ouvir o relógio.
Contudo, permite-me dizer, isto não será fácil. Não é algo com o que tu devas brincar. É somente uma forma simples de perder cada rastro da tua mente. Para conseguires, tens que seguir algumas regras.

A primeira deve ser, estares num quarto sem janela nenhuma. Pode ser um quarto qualquer, só não deve ter janelas.
A segunda é que, podes começar a qualquer hora do dia, inclusive se decidires começar à noite. Este processo durará 24 horas para ser completo.
A terceira, cancela qualquer compromisso que tenhas no dia e desligua o telefone. Tu não podes ter nenhuma distracção.
A quarta, estejas seguro que seja um dia tranquilo, sem ventos ou trovões.
E, por último, deves colocar no quarto escolhido, um relógio. Esse relógio deve ter um distinto “tic-tac” em cada segundo que vá passando e, como única iluminação do lugar, uma vela.
Uma vez que tenha tudo o que é requisitado, quero que faças uma pergunta a ti mesmo e respondas com toda a sinceridade: “Quero realmente fazer isso?” Se a resposta for afirmativa, então espero que Deus, Lucifer o qualquer que seja a tua crença, tenham piedade da tua alma, porque eu, só estou aqui para te preparar.

Muito bem, agora vamos às informações e esclarecimentos. Em meados dos anos 1800, membros radicais das fés cristãs, muçulmanas e islâmicas, usaram isso como uma forma de “conectar-se” com o Deus de cada cultura. Entretanto, isso foi algo desconhecido, devido à sua natureza extrema e por ser um método tão incomum para se conectar ao sobrenatural.
Durante este processo, aquelas pessoas faziam uma oração constante, mas paravam devido aos eventos que se passariam depois. O relógio representava a vida na terra, quão curta pode ser e a vela representa Deus como a entidade guia que o ser humano pode ter ao longo da vida. Infelizmente, é muito comum que as pessoas que se aventuram neste processo acabem por perder a sanidade e, ao longo do dia, devido a isso, chegam a perder a vida.

As primeiras 3 horas são as mais leves, principalmente porque nada chega a acontecer realmente. Utilizem este período para se prepararem psicologicamente. Essas serão as únicas horas em que podem escolher entre continuar ou abandonar o processo.
Na quarta hora, não poderão escapar sob possibilidade nenhuma. A porta se trancará por si mesma e não há forma de movê-la.
Quinta hora: Começarás a suar abundantemente e a sentir ansiedade. Poderás ver vultos atrás de ti, mas em todas as ocasiões, apenas o nada te acompanhará.
Sexta hora: Escutarás ruídos. Não serão ruídos da casa ou do lado de fora, mas batidas e ruídos secos, em intervalos de dez minutos, sendo um mais forte que o anterior.
Sétima hora: Desmaiarás. Sonharás. Mas, acredita em mim, esta será a única hora agradável durante o processo, já que reviverás os melhores momentos da tua vida. Cada vitória, lembrança boa e cada grande amigo que tu tiveste, aparecerá para ti. Este será o melhor sonho que terás em vida, e, se tiveres sorte, talvez poderás ver algumas coisas que acontecerão no futuro.
Oitava hora: Acordarás no início desta hora. Ao fazê-lo, terás uma sensação de comodidade enorme, talvez similar aos efeitos de fumar maconha/erva enfim.... Para alguns, isso também pode ser considerada outra hora agradável do processo, mas, a partir da hora seguinte, se desencadeará o sofrimento.
Nona hora: Para que entendas da maneira mais fácil, nesse momento é como se tu trocasses de uma droga para outra. A calma será substituída por uma carga de adrenalina e energia, similar aos efeitos de qualquer droga estimulante (por exemplo, cocaína). Advertência: antes de tudo, deves manter o controle. É imprescindível que o teu controle seja mantido nesse estado, pois não há forma de saber nem dizer o que tu farás.
Décima hora: Com sorte, apenas terás feridas mínimas no corpo, da hora anterior. Agora começarás a voltar à normalidade. Nesta hora, começarás a ouvir gritos que parecem vir do outro lado da porta. Tais gritos variam, sendo tanto de uma menina, como de um homem adulto, entre outros. Eles ocorrem a cada 6 minutos desta hora, que parece uma eternidade.
Décima primeira hora: Adeus luz da vela. A vela irá apagar-se. Estarás na escuridão durante o resto do processo. Geralmente é nesta hora que tu pensas que tomaste uma decisão terrível.
Décima segunda hora: Curiosamente, a vela irá acender-se sozinha. Não te preocupes, esta será outra hora de silêncio. Aproveite para te preparares psicologicamente para o que virá.
Décima terceira hora: É provável que o ocorrido na hora 7 volte a acontecer, mas ao contrário. Não esperes momentos agradáveis. Neste sonho, reviverás cada momento doloroso, sofrimento e coisas más. Inclusive, poderás ver o sofrimento futuro, e, com segurança afirmo, que será o pior sonho que tu tiveste e terás em toda a tua vida.
Décima quarta hora: Acordarás para outra hora de silêncio, que só será rompido pelo soluço do teu choro pelo que viste no sonho. Não importa o quão forte tu crês que seja, terás a alma cortada em pedaços pelo sonho.
Décima quinta hora: Esta parte poderá matar-te. Aqui, começarás a falar com alguém, que apesar de ser invisível, estará ali contigo, fazendo-te companhia. Não tem nome. Falando assim pode parecer uma coisa boa, porém a primeira coisa que este ser te dirá será “Pergunta-me qualquer coisa e te responderei.”Tu podes perguntar qualquer coisa da tua vida. O ser te responderá com detalhes extremamente precisos, e te dará as razões de todos os teus questionamentos, sem se importar que isso implique tragédia, dano, morte (tua ou de outras pessoas), erro ou o que seja. Ao final, se despedirá e irá embora. Aqui tu poderás saber, por exemplo, qual foi o motivo da morte de uma pessoa que amas. Toda a ideia que tinhas de ti mesmo, será derrubada.
Décima sexta hora: Conversarás com os teus pais, mas eles não estarão presentes fisicamente. Agora é o teu turno de responder perguntas. Te perguntarão coisas que fizeste durante a vida e, se não responderes alguma das suas perguntas, serás pressionado com dor, até que não aguentes mais e respondas. No final, se despedirão e irão embora. Por mais difícil que seja, precisas de te concentrar e não acreditar que uma hora inteira de tortura física e psicológica estão sendo infligidas pelos teus pais. É tudo parte do processo.
Décima sétima hora: Falarás com o homem mais importante da tua vida. Pode ser o teu melhor amigo, o teu pai, enfim. Te perguntará como e porque se conheceram, e como se deu o vínculo de vocês. Tem em conta que ele não procurará uma conversação agradável. Se te esqueceres de um detalhe, uma mínima vírgula de toda a tua relação com esta pessoa, serás pressionado novamente por meio de dor, até ir embora. A partir daqui a tortura física fica mais intensa e tu podes até sentir o desmembramento de ti mesmo. Sentirá toda a dor de um membro sendo cortado, arrancado ou golpeado. Verás o teu sangue. Quanto mais desesperado, mais dor lhe é infligida. Precisas ser muito forte para continuar a responder às perguntas, ou viverás 60 minutos de uma intensa e insana tortura.
Décima oitava hora: O mesmo que a anterior, mas com a mulher mais importante da tua vida.
Décima nona hora: Falarás com uma pessoa inesperada: tu mesmo. Mas no futuro. Acredita, embora tu já tenha sentido dor o suficiente, está será a pior conversa que jamais terás. Te dirá coisas que queres e que não queres ouvir sobre ti mesmo, e perguntará coisas que não poderás responder. Logo começarás a entrar em colapso contigo mesmo, gritando com fúria e, provavelmente, o auto-conhecimento seja o único que te salve neste momento. Nunca sabes o que acabarás por te tornar no futuro. E se o teu sonho brilhante de te formares e comprares um apartamento, seja interrompido por algum acidente? Cadeira de Rodas? Drogas? Coma? Sim, ti saberás de tudo. E, provavelmente, não gostarás disso.
Vigésima hora: Após os dolorosos eventos das últimas horas, começarás a mutilar-te. Alguns, devo advertir, cometem suicídio neste momento. Não é algo propositado, mas durante 60 minutos não conseguirás parar de se magoar. Fogo, lâminas, alicates, lixas... Tudo o que podes imaginar, surgirá na tua frente. É como se estivesses preso dentro do teuu corpo, mas outra pessoa esteja a controlar-te. Sente a dor, o desespero e tentas lutar. Mas nada adianta.
Vigésima primeira hora: Se sobreviveste à hora anterior, a música espera-te. Sim, leste bem, a música. Será música orquestral, algo similar a um coro que canta Cânticos Gregorianos, similar à música de igreja, porém muito mais bonito. No final desta hora, não me perguntes como nem porquê, suas feridas saram.
Vigésima segunda hora: A música acabará. Outra hora de silêncio. Nesta ocasião, terás tempo para pensar. A luz da vela mudará constantemente a todas as cores do espectro visual.
Vigésima terceira hora: Cantarás algo similar ao coro anterior, mas não entenderás o que cantas. A tua voz será o única coisa que escutarás.
Enfim, a vigésima quarta hora. A mais interessante. Uns dizem conversar com Deus, outros com o Demónio, não se sabe o que acontecerá contigo. O teu corpo será pressionado ao chão por uma força desconhecida e alguém (ou algo) te fará perguntas de dez em dez minutos.“És feliz?” ou “Gostarias de mudar?” são exemplos de perguntas. Deves responder de forma rápida e concisa. O interrogante soará como um homem, mas a sua voz é de um animal. Aterradora, mas de alguma forma agradável. Logo que a hora termina, poderás te colocar em pé e a porta se destrancará. Se tiveres sorte, sairá vivo. Se tiver muita sorte, sairá são.

Agora, és tu quem decide o que fazer com essa informação. Se quiseres falar, não serás impedido, mas fica um conselho e advertência: há coisas muito além dos terrenos da compreensão humana e, muitas vezes, não há forma de explicar o sobrenatural. Mas, seja o que for, jamais serás o mesmo.

Se quiseres perder todo e qualquer rastro de realidade e quiseres destruir a tua sanidade mental, apenas escuta o relógio.

"Tic-tac".


Rui.

Cópia mais antiga de Monalisa com o 666

No mínimo bizarro este vídeo. A cópia mais antiga de Monalisa foi vista em Espanha.
Vejam o vídeo e tirem conclusões.




Ricardo.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Lugares assombrados

Base Naval de Atsugi





A sua localização fica a duas horas ao sul de Tóquio, a Base Naval Atsugi tem passado oculto, sendo que era uma Base dos aviões U-2 da CIA, e abrigou o U-2 que voou sobre a Rússia pilotado por Gary Powers no ano de 1960.

Em 1957, Lee Harvey Oswald, o assassino de John F. Kennedy, já teve estadia em Atsugi como operador de radar da Marinha.

Segundo rumores, o espírito de um jovem que vaga sem rumo pelas salas assombrando a base naval. Dizem que ele é o fantasma de um jovem que foi morto nm acidente de carro em 1960.

Ricardo.

Funeral de Lady Bird Johnson

Porque é que falamos de funerais no blog com Terror? A resposta é simples: o funeral foi sinistro, bizarro...o que queiram chamar. Encontrei um vídeo no YouTube em que muitas pessoas fazem chifres com a mão em pleno funeral.

Claudia Alta Taylor Johnson, mais conhecida como Lady Bird Johnson foi a primeira dama dos Estados Unidos de 1963 até 1969 tendo sido esposa do ex-presidente norte-americano Lydon B. Johnson.

Vejamos o vídeo:


Será apenas um gesto normalíssimo? Ou quer dizer algo?

Ricardo.