Na China vendem este prato no meio da rua. É algo asqueroso sendo que aqui no ocidente as coisas são bem diferentes e existem muitas pessoas a ter medo e nojo de aranhas.
Pesquisado por Juliana Dindarova, Postado por Diana (DSP)
sábado, 21 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
The Cell
Aqui está mais um jogo para vocês encontrado, como não deveria deixar de ser, pela Diana (DSP).
The Cell é uma pequena mistura dos filmes "Jogos Mortais" com o "CUBO".
Um homem acorda numa cela. Lá toca um telemóvel que começa a dar ordens a ele com uma voz bizarra.
Misturando o passado do prisioneiro com as suas tentativas de fuga da cela The Cell é umas das melhores séries.
O jogo da série está disponível no site e é dos melhores jogos de point and click. Vale a pena!
Estão legendados em Português.
Site de The Cell
Pesquisado por Diana (DSP), Postado por Ricardo.
The Cell é uma pequena mistura dos filmes "Jogos Mortais" com o "CUBO".
Um homem acorda numa cela. Lá toca um telemóvel que começa a dar ordens a ele com uma voz bizarra.
Misturando o passado do prisioneiro com as suas tentativas de fuga da cela The Cell é umas das melhores séries.
O jogo da série está disponível no site e é dos melhores jogos de point and click. Vale a pena!
Estão legendados em Português.
Site de The Cell
Pesquisado por Diana (DSP), Postado por Ricardo.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Bloody Mary
É verdade gente, eu regressei! Juliana voltou a postar no blog da equipa do Terror 666. E venho falar com vocês sobre o Blood Mary algo que todos vocês devem já conhecer.
Segundo a lenda, Bloody Mary, conhecida também como a bruxa do espelho, é um espírito vingativo que é invocada da seguinte maneira: Á luz das velas uma jovem envolta do cobertor sussurra a meia-noite. Ela terá que falar 13 vezes bloody Mary, então ela surgirá no espelho e a mata de forma brutal.
Existe várias versões do seu passado uma delas era que Mary praticava magia negra, que então levou a sua execução a cem anos atrás. Porém a outra versão diz que ela foi uma menina jovem e linda, que após um acidente de carro, acaba tendo o seu rosto desfigurado, com a aparência assim, ela sofre preconceitos dos seus familiares e amigos. Então ela vende a alma para o diabo para poder se vingar das garotas que são vaidosas.
Muitos confundem a bloody Mary com a rainha Maria Tudor, que segundo os boatos, para continuar com sua aparência jovem ela, se banhava no sangue de jovens raparigas. Ela queria que o catolicismo permanecesse oficial na Inglaterra, que então ela começou a perseguir protestantes.
O espelho existe em várias lendas sobrenaturais porque antigamente acreditava que o espelho era um portal entre o mundo dos mortos e dos vivos. Um costume antigo era cobrir o espelho quando alguém morria pois assim faria a alma ficar livre e não presa no espelho. Antes de dormir, também se tapava o espelho pois isso iria impedir que durante o sono a alma se prendesse ao espelho.
Será uma Lenda ou Realidade?
Juliana Dindarova
Segundo a lenda, Bloody Mary, conhecida também como a bruxa do espelho, é um espírito vingativo que é invocada da seguinte maneira: Á luz das velas uma jovem envolta do cobertor sussurra a meia-noite. Ela terá que falar 13 vezes bloody Mary, então ela surgirá no espelho e a mata de forma brutal.
Existe várias versões do seu passado uma delas era que Mary praticava magia negra, que então levou a sua execução a cem anos atrás. Porém a outra versão diz que ela foi uma menina jovem e linda, que após um acidente de carro, acaba tendo o seu rosto desfigurado, com a aparência assim, ela sofre preconceitos dos seus familiares e amigos. Então ela vende a alma para o diabo para poder se vingar das garotas que são vaidosas.
Muitos confundem a bloody Mary com a rainha Maria Tudor, que segundo os boatos, para continuar com sua aparência jovem ela, se banhava no sangue de jovens raparigas. Ela queria que o catolicismo permanecesse oficial na Inglaterra, que então ela começou a perseguir protestantes.
O espelho existe em várias lendas sobrenaturais porque antigamente acreditava que o espelho era um portal entre o mundo dos mortos e dos vivos. Um costume antigo era cobrir o espelho quando alguém morria pois assim faria a alma ficar livre e não presa no espelho. Antes de dormir, também se tapava o espelho pois isso iria impedir que durante o sono a alma se prendesse ao espelho.
Será uma Lenda ou Realidade?
Juliana Dindarova
sábado, 2 de junho de 2012
Lendas
Cada vez mais lemos lendas que são passadas por aí para nós repassarmos (é verdade não é?!) pois, hoje trago aqui algumas dessas lendas. Parece que dão medo mas na verdade só nos faz rir até porque, admitemos, pouca gente repassa a mesmo assim tem uma boa vida.
Risos na madrugada
Havia um casal que tinha acabado de se casar e se mudar para o novo lar. No quarto de casal ainda não tinha decoração, só a cama e o guarda-roupa. Então resolveram passar numa feira para comprar alguns objetos. Encontraram um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama. Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele pede para a mulher parar de rir pois ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir. Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho. Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no corredor. Quando o marido acendeu a luz, olharam para a parede e assustaram-se: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas...
Os Espectros de Glamis
Segundo a Lenda, a família Bowes Lyons, condes de Strathmore, é marcada por uma triste sina: muitos dos seus mortos não tiveram o descanso eterno e ainda vagueiam pelas suas Terras e Castelos. O seu lar ancestral, no condado de Angus, Escócia, é o soturno Castelo de Glamis, um edifício ameaçador que Shakespeare escolheu como cenário para Macbeth. De fato, o Rei escocês Malcon II foi morto a punhaladas em Glamis, no século XI, e consta que até hoje o seu sangue ainda mancha o chão de um dos incontáveis aposentos do Castelo. Entre os muitos fantasmas de Glamis, encontram-se a de uma senhora de cinza que dizem ter sido morta quando caiu na grande lareira do Salão Principal durante um Baile, a de um rapaz negro que foi espancado até a morte pelo seu então patrão e a de um Conde de Strathmore que supostamente teria perdido a sua alma ao Diabo durante um jogo de cartas. Também se acredita que mora no Castelo uma sombra de uma criança terrivelmente deformada.
Sharaktu
Olá, o meu nome é Gustavo, me arrependi muito do que fiz quando tinha 10 anos...EU MATEI A MINHA MÃE!!! Fui executado a uns 12 anos e agora passarei a assombrar a Internet... Continuando a historia, quando matei a minha mãe eu invoquei um demónio cujo nome nunca pode ser dito ou lido, assim eu morri...O seu nome era Sharaktu...Agora que leu passe isso para 2 comunidades ou ele vai te matar do mesmo jeito que me matou: Puxando minha cabeça ate ela sair.
(Orkut)
João sem dedo
Meu nome é João mais conhecido em Guarulhos como João sem dedo, quando eu estava voltando do trabalho alguns assaltantes me abordaram e roubaram todos os meus pertences até as minhas roupas mas eles queriam mais foi aí que eles tiveram a ideia de cortar o meu dedo quando eu me recuperei fiquei com uma grande sede de matar e arrancar todos os dedos desses assaltantes quando eu me encontrei com eles foi aí que chegou a hora de matar eles deixarem sem dedos mas eles me viram e arrancaram a minha cabeça e até hoje fico vagando e distribuindo a minha mensagem a todos para vocês que pensam que isso é uma brincadeira, porque morto não usa computador estou encarnado em um ser vivo para fazer os meus caprichos... mas para você não sentir a dor de ficar sem dedo e perder a cabeça mande esta mensagem a 10 pessoas...
(Facebook)
Samara
Oi meu nome é Samara, tenho 14 anos (Teria se estivesse viva), morri aos 13. Eu andava de bicicleta quando não pude desviar de um arame farpado. O pior foi que o dono do lote não quis me ajudar, riu bastante mim após agonizar por 2 horas enroscada no arame eu faleci, através dessa mensagem eu peço que façam com que eu possa descansar em paz. Envie isso para 20 comunidades e minha alma estará sendo salva por você e pelos outros 20 que receberão. Caso não repasse essa mensagem vou visitar-lhe hoje a noite assim você poderá conhecer o tal arame bem de pertinho. Dia 15 de Julho Mariana resolveu rir dessa mensagem, uma noite depois ela sumiu sem deixar vestígios. O mesmo aconteceu com Kare dia 18 de Outubro. Não Quebre essa corrente, por favor, a não ser que queira sentir a minha presença.
(Orkut)
Deixei aqui algumas. Não coloco todas porque são muitas mesmo, até milhares talvez.
Juliana Dindarova
Risos na madrugada
Havia um casal que tinha acabado de se casar e se mudar para o novo lar. No quarto de casal ainda não tinha decoração, só a cama e o guarda-roupa. Então resolveram passar numa feira para comprar alguns objetos. Encontraram um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama. Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele pede para a mulher parar de rir pois ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir. Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho. Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no corredor. Quando o marido acendeu a luz, olharam para a parede e assustaram-se: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas...
Os Espectros de Glamis
Segundo a Lenda, a família Bowes Lyons, condes de Strathmore, é marcada por uma triste sina: muitos dos seus mortos não tiveram o descanso eterno e ainda vagueiam pelas suas Terras e Castelos. O seu lar ancestral, no condado de Angus, Escócia, é o soturno Castelo de Glamis, um edifício ameaçador que Shakespeare escolheu como cenário para Macbeth. De fato, o Rei escocês Malcon II foi morto a punhaladas em Glamis, no século XI, e consta que até hoje o seu sangue ainda mancha o chão de um dos incontáveis aposentos do Castelo. Entre os muitos fantasmas de Glamis, encontram-se a de uma senhora de cinza que dizem ter sido morta quando caiu na grande lareira do Salão Principal durante um Baile, a de um rapaz negro que foi espancado até a morte pelo seu então patrão e a de um Conde de Strathmore que supostamente teria perdido a sua alma ao Diabo durante um jogo de cartas. Também se acredita que mora no Castelo uma sombra de uma criança terrivelmente deformada.
Sharaktu
Olá, o meu nome é Gustavo, me arrependi muito do que fiz quando tinha 10 anos...EU MATEI A MINHA MÃE!!! Fui executado a uns 12 anos e agora passarei a assombrar a Internet... Continuando a historia, quando matei a minha mãe eu invoquei um demónio cujo nome nunca pode ser dito ou lido, assim eu morri...O seu nome era Sharaktu...Agora que leu passe isso para 2 comunidades ou ele vai te matar do mesmo jeito que me matou: Puxando minha cabeça ate ela sair.
(Orkut)
João sem dedo
Meu nome é João mais conhecido em Guarulhos como João sem dedo, quando eu estava voltando do trabalho alguns assaltantes me abordaram e roubaram todos os meus pertences até as minhas roupas mas eles queriam mais foi aí que eles tiveram a ideia de cortar o meu dedo quando eu me recuperei fiquei com uma grande sede de matar e arrancar todos os dedos desses assaltantes quando eu me encontrei com eles foi aí que chegou a hora de matar eles deixarem sem dedos mas eles me viram e arrancaram a minha cabeça e até hoje fico vagando e distribuindo a minha mensagem a todos para vocês que pensam que isso é uma brincadeira, porque morto não usa computador estou encarnado em um ser vivo para fazer os meus caprichos... mas para você não sentir a dor de ficar sem dedo e perder a cabeça mande esta mensagem a 10 pessoas...
(Facebook)
Samara
Oi meu nome é Samara, tenho 14 anos (Teria se estivesse viva), morri aos 13. Eu andava de bicicleta quando não pude desviar de um arame farpado. O pior foi que o dono do lote não quis me ajudar, riu bastante mim após agonizar por 2 horas enroscada no arame eu faleci, através dessa mensagem eu peço que façam com que eu possa descansar em paz. Envie isso para 20 comunidades e minha alma estará sendo salva por você e pelos outros 20 que receberão. Caso não repasse essa mensagem vou visitar-lhe hoje a noite assim você poderá conhecer o tal arame bem de pertinho. Dia 15 de Julho Mariana resolveu rir dessa mensagem, uma noite depois ela sumiu sem deixar vestígios. O mesmo aconteceu com Kare dia 18 de Outubro. Não Quebre essa corrente, por favor, a não ser que queira sentir a minha presença.
(Orkut)
Deixei aqui algumas. Não coloco todas porque são muitas mesmo, até milhares talvez.
Juliana Dindarova
domingo, 20 de maio de 2012
The Prodigy - Breathe (assustador)
Primeiro que tudo quem são o "The Prodigy"?
The Prodigy é uma banda britânica de música eletrónica.
Vocês devem se perguntar porque razão temos uma banda no blog. A razão é simples, o videoclip é assustador. Vejam por vocês.
Nada contra a música mas o videoclip sem dúvida é para mostrar aqui no Terror 666.
Pesquisado por Diana (DSP), Postado por Ricardo
The Prodigy é uma banda britânica de música eletrónica.
Vocês devem se perguntar porque razão temos uma banda no blog. A razão é simples, o videoclip é assustador. Vejam por vocês.
Nada contra a música mas o videoclip sem dúvida é para mostrar aqui no Terror 666.
Pesquisado por Diana (DSP), Postado por Ricardo
sábado, 5 de maio de 2012
Milionário abandona mansão assombrada
Vendo à primeira vista parece mentira mas parece que é bem real. Ora bem...
Um milionário empresário de Nottinghamshire disse que os fantasmas o forçaram a abandonar a mansão de 52 quartos.
A mansão Clifton Hall foi comprada Anwar Rashid em R $ 3,6 milhões em 2007, mas ele já devolveu o dinheiro ao banco.
Rashid disse que no período de oito meses que a família viveu lá, eles foram assombrados por figuras estranhas e encontravam manchas de sangue nas roupas. Então ele parou de pagar a hipoteca e chamou investigadores sobrenaturais.
Ele e a sua esposa Nabila mudaram-se para Clifton Hall com os seus filhos.
Rashid disse que se apaixonou pela mansão mas que estava assombrado e que os fantasmas não os querem lá, e eles não conseguem lutar contra eles.
Segundo ele, batidas nas paredes e sussurros foram notados pela família desde o primeiro dia que viveram lá, e não é só isso, os espíritos assumiam a forma dos seus filhos. A gota d’água foi quando eles encontraram sangue na roupa das crianças. Porém os paranormais não conseguiram resolver o problema. E Rashid hoje mora noutro lugar com a sua família.
Aqui está uma foto da mansão:
Diana (DSP)
Um milionário empresário de Nottinghamshire disse que os fantasmas o forçaram a abandonar a mansão de 52 quartos.
A mansão Clifton Hall foi comprada Anwar Rashid em R $ 3,6 milhões em 2007, mas ele já devolveu o dinheiro ao banco.
Rashid disse que no período de oito meses que a família viveu lá, eles foram assombrados por figuras estranhas e encontravam manchas de sangue nas roupas. Então ele parou de pagar a hipoteca e chamou investigadores sobrenaturais.
Ele e a sua esposa Nabila mudaram-se para Clifton Hall com os seus filhos.
Rashid disse que se apaixonou pela mansão mas que estava assombrado e que os fantasmas não os querem lá, e eles não conseguem lutar contra eles.
Segundo ele, batidas nas paredes e sussurros foram notados pela família desde o primeiro dia que viveram lá, e não é só isso, os espíritos assumiam a forma dos seus filhos. A gota d’água foi quando eles encontraram sangue na roupa das crianças. Porém os paranormais não conseguiram resolver o problema. E Rashid hoje mora noutro lugar com a sua família.
Aqui está uma foto da mansão:
Diana (DSP)
domingo, 15 de abril de 2012
Vídeo da modelo
Este vídeo é um pouco antigo não sei se já o viram ou não. Um vídeo que era para ser pessoal tornou-se estranho.
Ora vejam:
Rui
Ora vejam:
Rui
Dean Corll
Olá a todos os leitores do Terror 666 pedimos antes de tudo desculpa pelo nosso atraso tivemos alguns problemas: escola, o meu aniversário, problemas em nos encontrarmos. A Páscoa também veio pelo meio mas regressámos com dois posts. Este primeiro é sobre um serial killer o próximo post será sobre um vídeo para descontrairem. Espero que gostem.
Dean Corll foi outro dos mais polémicos casos de serial killers no EUA. Dean era cúmplice de adolescentes. Ele foi o responsável por sequestro, tortura e assassinato de mais ou menos 27 rapazes. O caso ficou conhecido pela mídia pelo nome assassinatos em massa de Houston.
Dean Croll nasceu em 24 de Dezembro de 1939 e faleceu dia 8 de Agosto de 1973. Filho de Mary Robinson e Arnold Corll. Ele nasceu em Fort Wayne, indiana. Depois de os seus pais se separarem, Dean e o seu irmão mudaram-se com a mãe para Houston, Texas.
Dean era educado na escola, tirava boas notas e os professores o elogiavam muito. A sua mãe casou com um caixeiro viajante e montou um negócio de doces. Teve uma filha chamada Joyce em 1955.
Aos 19 anos a família mudou-se para montar uma loja chamada Pecan Prince. Mais tarde quando o segundo casamento da sua mãe não deu certo, Dean assumia os negócios.
Dean tinha um grande interesse por rapazes de 13 a 20 anos de idade era conhecido por dar doces de graça para os rapazes. Os seus cúmplices eram Elmer Wayne, Henley Owen e David Brooks. As vítimas Billy Baulch e Malley Winkle eram supostos amigos dos seus cúmplices e antigos empregados da sua empresa.
Croll atraia as vítimas, prometia dar uma festa e oferecer bebidas, ele as torturava, violentava. E às vezes as mantia presas por dias. Ou morriam estranguladas. As suas vítimas na praia de Jefferson County, (onde Dean tinha uma casa) foram dadas pela polícia como fugitivos, apesar dos pais contestarem.
Corll obrigava as suas vítimas a dar recados ou escrever para os seus pais a avisar que estavam bem. A sua primeira vítima foi um menino de 18 anos chamado Jeffrey Konen, que morreu no dia 25 de Setembro de 1970. Nessa época Brooks não era a favor dos assassinatos, até que Dean ofereceu um carro pelo silêncio de Brooks. Após assassinar um rapaz de 17 anos Ruben Watson, Brooks apresenta Elmer a Dean. Ele então a paga para ela atrair rapazes para a sua casa.
Em 1972, oito adolescentes foram assassinados, quatro deles foram enterrados na praia High island. E em Fevereiro um rapaz de 17 anos foi morto e enterrado em Jefferson Country.
Entre Maio e Julho, quatro vítimas foram enterradas no lago Sam Rayburn, onde a família de Corll possuía uma cabana junto do lago.
O fim dos assassinatos foi quando Hanley matou Corll com tiros. E após matá-lo se entregou à polícia e entregou o cúmplice David. A polícia encontrou os objetos dos crimes como brinquedos sexuais. O motivo da discussão seria sobre o motivo de Hanley trazer uma menina para a festa. Que isso fez Corll algemá-lo. E quando Hanley conseguiu se soltar ele atirou em Corll e chamou a polícia.
Curiosidades:
A sua alcunha era Candy Man.
Dean era eletricista também.
Dean serviu no exército em 1964.
O número de vítimas é 28 ou 27 (o número não é exato).
Vítimas
1970
25 de Setembro - Jeffrey Konen,18 anos
15 de Dezembro - Danny Yates, 14 anos
15 de Dezembro - James Glass, 14 anos
1971
30 de Janeiro - Donald Waldrop, 15anos
30 de janeiro - Jerry Waldrop, 13 anos
9 de Março - Randell Lee Harvey, 15 anos
29 de Maio - David Hilligeist, 13 anos
29 de Maio - Malley Winkle, 16 anos
17 de Agosto - Ruben Watson, 17 anos
1972
9 de Fevereiro - Willard Branch, 17 anos
24 de Março - Aguirre Frank, 18 anos
21 de Maio - Johnny Delome, 16 anos
21 de Maio - Billy Baulch, 17 anos
2 de Outubro - Wally Jay Simoneaux, 14 anos
2 de Outubro - Hembree Richard, 13 anos
12 de Novembro - Alan Richard Kepner, 19 anos
22 de Dezembro - Mark Scott, 17 anos
1973
Fevereiro - José Lyles, 17 anos
4 de Junho - Lawrence Billy Ray, 15 anos
15 de Junho - Ray Blackburn, 20 anos
7 de Julho - Homero Garcia, 15 anos
12 de Julho - John Sellars, 17 anos
19 de Julho - Tony Baulch, 15 anos
25 de Julho - Jones Marty, 18 anos
25 de Julho - Charles Cobble Cary, 17 anos
3 de Agosto - James Dreymala, 13 anos
No começo a polícia não achava que John Sellars era vítima de Dean por ter sido morto por uma arma diferente da arma que Dean costumava a usar. Porém Henley e Brooks levou a polícia ao túmulo em High Island.
Há um corpo não identificado que a polícia suspeita que foi vítima de Dean.
Rui
Dean Corll foi outro dos mais polémicos casos de serial killers no EUA. Dean era cúmplice de adolescentes. Ele foi o responsável por sequestro, tortura e assassinato de mais ou menos 27 rapazes. O caso ficou conhecido pela mídia pelo nome assassinatos em massa de Houston.
Dean Croll nasceu em 24 de Dezembro de 1939 e faleceu dia 8 de Agosto de 1973. Filho de Mary Robinson e Arnold Corll. Ele nasceu em Fort Wayne, indiana. Depois de os seus pais se separarem, Dean e o seu irmão mudaram-se com a mãe para Houston, Texas.
Dean era educado na escola, tirava boas notas e os professores o elogiavam muito. A sua mãe casou com um caixeiro viajante e montou um negócio de doces. Teve uma filha chamada Joyce em 1955.
Aos 19 anos a família mudou-se para montar uma loja chamada Pecan Prince. Mais tarde quando o segundo casamento da sua mãe não deu certo, Dean assumia os negócios.
Dean tinha um grande interesse por rapazes de 13 a 20 anos de idade era conhecido por dar doces de graça para os rapazes. Os seus cúmplices eram Elmer Wayne, Henley Owen e David Brooks. As vítimas Billy Baulch e Malley Winkle eram supostos amigos dos seus cúmplices e antigos empregados da sua empresa.
Croll atraia as vítimas, prometia dar uma festa e oferecer bebidas, ele as torturava, violentava. E às vezes as mantia presas por dias. Ou morriam estranguladas. As suas vítimas na praia de Jefferson County, (onde Dean tinha uma casa) foram dadas pela polícia como fugitivos, apesar dos pais contestarem.
Corll obrigava as suas vítimas a dar recados ou escrever para os seus pais a avisar que estavam bem. A sua primeira vítima foi um menino de 18 anos chamado Jeffrey Konen, que morreu no dia 25 de Setembro de 1970. Nessa época Brooks não era a favor dos assassinatos, até que Dean ofereceu um carro pelo silêncio de Brooks. Após assassinar um rapaz de 17 anos Ruben Watson, Brooks apresenta Elmer a Dean. Ele então a paga para ela atrair rapazes para a sua casa.
Em 1972, oito adolescentes foram assassinados, quatro deles foram enterrados na praia High island. E em Fevereiro um rapaz de 17 anos foi morto e enterrado em Jefferson Country.
Entre Maio e Julho, quatro vítimas foram enterradas no lago Sam Rayburn, onde a família de Corll possuía uma cabana junto do lago.
O fim dos assassinatos foi quando Hanley matou Corll com tiros. E após matá-lo se entregou à polícia e entregou o cúmplice David. A polícia encontrou os objetos dos crimes como brinquedos sexuais. O motivo da discussão seria sobre o motivo de Hanley trazer uma menina para a festa. Que isso fez Corll algemá-lo. E quando Hanley conseguiu se soltar ele atirou em Corll e chamou a polícia.
Curiosidades:
A sua alcunha era Candy Man.
Dean era eletricista também.
Dean serviu no exército em 1964.
O número de vítimas é 28 ou 27 (o número não é exato).
Vítimas
1970
25 de Setembro - Jeffrey Konen,18 anos
15 de Dezembro - Danny Yates, 14 anos
15 de Dezembro - James Glass, 14 anos
1971
30 de Janeiro - Donald Waldrop, 15anos
30 de janeiro - Jerry Waldrop, 13 anos
9 de Março - Randell Lee Harvey, 15 anos
29 de Maio - David Hilligeist, 13 anos
29 de Maio - Malley Winkle, 16 anos
17 de Agosto - Ruben Watson, 17 anos
1972
9 de Fevereiro - Willard Branch, 17 anos
24 de Março - Aguirre Frank, 18 anos
21 de Maio - Johnny Delome, 16 anos
21 de Maio - Billy Baulch, 17 anos
2 de Outubro - Wally Jay Simoneaux, 14 anos
2 de Outubro - Hembree Richard, 13 anos
12 de Novembro - Alan Richard Kepner, 19 anos
22 de Dezembro - Mark Scott, 17 anos
1973
Fevereiro - José Lyles, 17 anos
4 de Junho - Lawrence Billy Ray, 15 anos
15 de Junho - Ray Blackburn, 20 anos
7 de Julho - Homero Garcia, 15 anos
12 de Julho - John Sellars, 17 anos
19 de Julho - Tony Baulch, 15 anos
25 de Julho - Jones Marty, 18 anos
25 de Julho - Charles Cobble Cary, 17 anos
3 de Agosto - James Dreymala, 13 anos
No começo a polícia não achava que John Sellars era vítima de Dean por ter sido morto por uma arma diferente da arma que Dean costumava a usar. Porém Henley e Brooks levou a polícia ao túmulo em High Island.
Há um corpo não identificado que a polícia suspeita que foi vítima de Dean.
Rui
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Jason O Coelho
Olá Pessoal! Hoje faz um ano de blog. 20 de Fevereiro.
Para vocês se divertirem um pouco aqui têm um jogo.
Neste final de segunda feira, inicio da semana, cortem à vontade com o Jason - O Coelho!
Podem jogar Aqui
Diana (DSP)
Para vocês se divertirem um pouco aqui têm um jogo.
Neste final de segunda feira, inicio da semana, cortem à vontade com o Jason - O Coelho!
Podem jogar Aqui
Diana (DSP)
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Morte de presidentes americanos - Coincidência ou Maldição?
Entre 1840 e 1960, todos os presidentes americanos eleitos no início de cada
década, morreram antes de completar o seu mandato.
Um episódio de 1811 pode ser a causa desta coincidência.
Naquele ano, William Henry venceu os índios shawnee na batalha tippcanoe e um chefe indígena rogou a praga: “Harrison não ganhará o cargo de grande chefe este ano. E Quando for eleito não terminará o mandato, assim como todo que se assim como todo grande chefe escolhido depois dele a cada 20 anos.” A maldição parou com Ronald Reagan eleito em 1980, que sobreviveu um atentado e morreu em 2004 de cancro.
Vítimas da maldição:
William Henry Harrison eleito em 1840 faleceu em 1841 de pneumonia.
Abraham Lincoln eleito em 1860 morreu em 1865 assassinado.
James Garfield eleito em 1880 morreu em 1881 assassinado .
William Mckinley eleito em 1900 morto em 1901 assassinado.
Warren Harding eleito em 1920 faleceu em 1923 provavelmente de ataque cardíaco.
Franklin Roosevelt eleito em 1940 morreu em 1945 de hemorragia cerebral.
John Fitzgerald Kennedy eleição de 1960 morreu em 1963 assassinado.
Rui
Um episódio de 1811 pode ser a causa desta coincidência.
Naquele ano, William Henry venceu os índios shawnee na batalha tippcanoe e um chefe indígena rogou a praga: “Harrison não ganhará o cargo de grande chefe este ano. E Quando for eleito não terminará o mandato, assim como todo que se assim como todo grande chefe escolhido depois dele a cada 20 anos.” A maldição parou com Ronald Reagan eleito em 1980, que sobreviveu um atentado e morreu em 2004 de cancro.
Vítimas da maldição:
William Henry Harrison eleito em 1840 faleceu em 1841 de pneumonia.
Abraham Lincoln eleito em 1860 morreu em 1865 assassinado.
James Garfield eleito em 1880 morreu em 1881 assassinado .
William Mckinley eleito em 1900 morto em 1901 assassinado.
Warren Harding eleito em 1920 faleceu em 1923 provavelmente de ataque cardíaco.
Franklin Roosevelt eleito em 1940 morreu em 1945 de hemorragia cerebral.
John Fitzgerald Kennedy eleição de 1960 morreu em 1963 assassinado.
Rui
Horriblesweet
Sabem o que são Horriblesweet?
São bonecos muito engraçados mas que têm o seu ar de terror.
Vejam alguns deles.
Querem comprar um?
Estão há venda no site Horriblesweet.
Rui
São bonecos muito engraçados mas que têm o seu ar de terror.
Vejam alguns deles.
Querem comprar um?
Estão há venda no site Horriblesweet.
Rui
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Ritual Macabro Satanista - Vídeo do FBI
Faltam apenas 2 dias para este blog ter 1 ano (e a nossa equipa também). E vamos festejar em grande com bons posts. Essa foi a razão da nossa demora a postar. Pessoal, alguma critica ou elogio ou ainda alguma sugestão serão sempre bem vindas.
Quanto a este post deixo aqui um vídeo do FBI que mostra a captura de satanistas no meio de um ritual.
Juliana Dindarova
Quanto a este post deixo aqui um vídeo do FBI que mostra a captura de satanistas no meio de um ritual.
Juliana Dindarova
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Fantasma no armário
Olá a todos! Primeiro que tudo pedimos desculpa pelo atraso. Nós no Facebook falámos o que estava a acontecer. Esta semana vamos ter imensos posts e como está quase a fazer um ano de blog, um ano em que o Terror 666 foi criado nós estamos a criar posts "especiais".
Por enquanto, fiquem com dois vídeos em que um homem consegue ter contato com o espírito de uma menina que aparece na porta de um armário.
Podem ver que não tem fundo falso e aliás, o armário estava cheio.
Ricardo
Por enquanto, fiquem com dois vídeos em que um homem consegue ter contato com o espírito de uma menina que aparece na porta de um armário.
Podem ver que não tem fundo falso e aliás, o armário estava cheio.
Ricardo
domingo, 25 de dezembro de 2011
Mini-história da Diana (DSP) (3ª e última parte)
Aqui está a última parte.
Horas mais tarde a polícia chegou a casa da Matilde. Vera estava no local, ela sabia que algo iria acontecer. Reparou que o João estava no local e foi ter com ele.
- O que é que aconteceu?
- A Adelaide foi morta.
- Como pudeste?
- Não fui eu Vera, porque é que tu não me disseste que a Matilde tinha um revólver em casa dela?
A Vera não estava a acreditar.
- O estado dela piorou João.
João abanou a cabeça.
- Não temos muito tempo. Vem comigo!
Ele e a Vera encaminharam-se para dentro do carro dele. Vera ao entrar, reparou que a Matilde também estava presente.
- João, o que é que ela está aqui a fazer?
- Não faças perguntas.
Minutos depois estavam numa rua deserta.
- O que é que se passa aqui? - Perguntou a Vera.
- Tu vais ver o final. - Respondeu o João.
- O final? - Perguntou Vera sem perceber.
O João foi à mochila que trazia consigo e tirou de lá umas bolachas.
- A Adelaide estava a fazer isto antes de morrer. Acho que era para a Matilde, não sei. - Disse ele com um sorriso.
Vera percebeu tudo, foi ele que matou a mãe e é ele que vai envenenar a Matilde.
- Matilde, não fazes nada? - Perguntou a Vera a achar estranho a atitude dela.
- Claro que não Vera, ela confia mais em mim do que na melhor amiga dela. - Disse ele a sorrir.
e aconteceu...Matilde em minutos comeu uma das bolachas que o João trazia. Era o paraíso...a morte, porque a recebia dele.
Dias mais tarde, Matilde andava desaparecida, tinha saído da psiquiatria onde tinha estado. João estava morto, sepultado no cemitério de Lisboa, graças aquele incidente que aconteceu naquela rua deserta. Vera estava viva mas suspeita pela morte de João. Foi João que tinha morto Adelaide pois quando chegou a casa de Matilde, viu que esta já sabia a verdade. Vera, naquela rua deserta, ia sendo morta por Matilde, que trazia o revólver que pertencia não a si mas a João. Vera trabalhava com o pai de João que era da polícia judiciária mas pouca gente sabia. Com um revólver que trazia consigo matou João antes que Matilde pudesse fazer uma loucura. Matilde saiu a correr dali e mais ninguém a encontrou. Vera saiu dali mas esqueceu-se de apagar as provas ficando suspeita pela morte dele. Quanto a Matilde, ninguém sabe de nada mas algo que todos sabemos é que o João irá atormentar a pessoa que lhe acabou a vida. A Vera.
Fim!
E foi esta a mini-história feita pela Diana (DSP).
Leiam esta mini-história de noite. Aconselhamos.
Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana
Horas mais tarde a polícia chegou a casa da Matilde. Vera estava no local, ela sabia que algo iria acontecer. Reparou que o João estava no local e foi ter com ele.
- O que é que aconteceu?
- A Adelaide foi morta.
- Como pudeste?
- Não fui eu Vera, porque é que tu não me disseste que a Matilde tinha um revólver em casa dela?
A Vera não estava a acreditar.
- O estado dela piorou João.
João abanou a cabeça.
- Não temos muito tempo. Vem comigo!
Ele e a Vera encaminharam-se para dentro do carro dele. Vera ao entrar, reparou que a Matilde também estava presente.
- João, o que é que ela está aqui a fazer?
- Não faças perguntas.
Minutos depois estavam numa rua deserta.
- O que é que se passa aqui? - Perguntou a Vera.
- Tu vais ver o final. - Respondeu o João.
- O final? - Perguntou Vera sem perceber.
O João foi à mochila que trazia consigo e tirou de lá umas bolachas.
- A Adelaide estava a fazer isto antes de morrer. Acho que era para a Matilde, não sei. - Disse ele com um sorriso.
Vera percebeu tudo, foi ele que matou a mãe e é ele que vai envenenar a Matilde.
- Matilde, não fazes nada? - Perguntou a Vera a achar estranho a atitude dela.
- Claro que não Vera, ela confia mais em mim do que na melhor amiga dela. - Disse ele a sorrir.
e aconteceu...Matilde em minutos comeu uma das bolachas que o João trazia. Era o paraíso...a morte, porque a recebia dele.
Dias mais tarde, Matilde andava desaparecida, tinha saído da psiquiatria onde tinha estado. João estava morto, sepultado no cemitério de Lisboa, graças aquele incidente que aconteceu naquela rua deserta. Vera estava viva mas suspeita pela morte de João. Foi João que tinha morto Adelaide pois quando chegou a casa de Matilde, viu que esta já sabia a verdade. Vera, naquela rua deserta, ia sendo morta por Matilde, que trazia o revólver que pertencia não a si mas a João. Vera trabalhava com o pai de João que era da polícia judiciária mas pouca gente sabia. Com um revólver que trazia consigo matou João antes que Matilde pudesse fazer uma loucura. Matilde saiu a correr dali e mais ninguém a encontrou. Vera saiu dali mas esqueceu-se de apagar as provas ficando suspeita pela morte dele. Quanto a Matilde, ninguém sabe de nada mas algo que todos sabemos é que o João irá atormentar a pessoa que lhe acabou a vida. A Vera.
Fim!
E foi esta a mini-história feita pela Diana (DSP).
Leiam esta mini-história de noite. Aconselhamos.
Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana
Mini-história da Diana (DSP) (Parte 2)
Aqui está a segunda parte!
- Não. Vou te dizer que a mãe dela, a Adelaide, não é mãe dela.
O João não estava a perceber.
- O que é que tu queres dizer com isso?
- A Matilde foi abandonada pela mãe verdadeira, foi a Adelaide que cuidou dela. Eu e a Matilde somos amigas mais ou menos desde que nascemos. Numa conversa que a Adelaide teve com a minha mãe percebi que ela era mãe de um rapaz que era um ano mais velho que nós.
- Um rapaz?
- Sim, esse rapaz és tu João.
- Mas o meu pai disse que a minha mãe andava desaparecida.
- E talvez andasse. A Adelaide nunca teve um único homem na vida dela.
- Mas a Adelaide sabe que eu e a Matilde não somos irmãos e se ela contar à Matilde?
- Vais ter que continuar com ela.
- Não, vou ter que matar alguém.
- João, a Adelaide é tua mãe.
- Eu não acredito numa única palavra que tu dizes. Até acredito a parte de a Matilde ter sido abandonada, para ser tão louca.
- A Matilde não é louca, ela só não está saudável.
- O que seja Vera. Vou ter com a Matilde.
E dizendo isto saiu de casa da Vera. Ele podia ter dito à Vera que não acreditava mas a verdade é que era mentira. Ele tinha acreditado em tudo o que ela lhe tinha dito...
Fim da segunda parte.
Já de seguida vem o final.
Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana
- Não. Vou te dizer que a mãe dela, a Adelaide, não é mãe dela.
O João não estava a perceber.
- O que é que tu queres dizer com isso?
- A Matilde foi abandonada pela mãe verdadeira, foi a Adelaide que cuidou dela. Eu e a Matilde somos amigas mais ou menos desde que nascemos. Numa conversa que a Adelaide teve com a minha mãe percebi que ela era mãe de um rapaz que era um ano mais velho que nós.
- Um rapaz?
- Sim, esse rapaz és tu João.
- Mas o meu pai disse que a minha mãe andava desaparecida.
- E talvez andasse. A Adelaide nunca teve um único homem na vida dela.
- Mas a Adelaide sabe que eu e a Matilde não somos irmãos e se ela contar à Matilde?
- Vais ter que continuar com ela.
- Não, vou ter que matar alguém.
- João, a Adelaide é tua mãe.
- Eu não acredito numa única palavra que tu dizes. Até acredito a parte de a Matilde ter sido abandonada, para ser tão louca.
- A Matilde não é louca, ela só não está saudável.
- O que seja Vera. Vou ter com a Matilde.
E dizendo isto saiu de casa da Vera. Ele podia ter dito à Vera que não acreditava mas a verdade é que era mentira. Ele tinha acreditado em tudo o que ela lhe tinha dito...
Fim da segunda parte.
Já de seguida vem o final.
Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana
Mini-história da Diana (DSP) (Parte 1)
Bem, como sabem, é a Diana que cria as mini-histórias de terror. E bem, na escola dela, foi pedido pelo seu professor de Filosofia para escrever uma pequena história tendo um pequeno texto como introdução. Ela usou a mente "terrorista" dela para escrever algo mortífero. Ora vejam aqui, a 1ª parte.
- E agora? - Perguntou a Matilde.
- Não sei o que fazer. - Comentou o João.
- O teu pai já sabe?
- Não, não lhe disse nada ainda...
Sentados na mesa de café habitual, onde se reunem normalmente com os amigos, encontrvam-se os dois frente-a-frente com aquele problema sobre os ombros. Para já ainda sem a seriedade de que os adultos lhe iriam dar, porque não tinham dito nada a ninguém.
- Olha - Disse o João - Acho que o melhor é...
- Espera, e se falássemos primeiro com a minha amiga Vera?
- Acho até uma boa ideia.
- queres ir lá agora?
- Podemos ir?
- Claro.
Eles saíram do café e foram a casa da amiga Vera. Vera era uma velha amiga da família da Matilde. A mãe da Vera era amiga da mãe da Matilde. Conheceram-se nos tempos da primária e a partir daí, foram-se tornando melhores amigas. Eles respiraram fundo e bateram à porta.
- Olá Matilde e tu és o João. Vocês não se tinham chateado?
- Vera, a tua mãe está em casa? - Perguntou a Matilde.
- Não não, podem entrar.
A Matilde e o João entraram em casa nervosos e a Vera pediu-lhes que se sentassem no sofá.
- Então, algum problema com vocês? Eu não sou nenhuma consultora amorosa. - Disse a Vera a rir.
- Vera, estou a falar a sério. Eu e o João não podemos continuar juntos. Descobrimos algo que estraga todos os nossos planos. - Disse a Matilde.
A Matilde e o João namoravam à algum tempo mas com a descoberta tiveram que se separar. A Vera ficou preocupada.
- O que aconteceu?
- A Matilde achou estranho uma conversa que a mãe dela teve com a tua.
A Vera ficou parada, subitamente. A Matilde achou estranho a atitude dela.
- O que se passa Vera? - Perguntou a Matilde.
- Já soubeste a verdade?
- Mas tu sabias a verdade?
O João olhou para a Vera. Um olhar cortante.
- Não, não. - Disse ela olhando de relance para o João.
- Então - Disse a Matilde desconfiada - A verdade é esta. Eu e o João podemos ser irmãos.
- Podem ser?
- Sim, Vera, ainda não temos provas e parece que o meu pai não sabe de nada. - Explicou a Matilde.
A Vera não sabia o que dizer.
- Bem, talvez...quer dizer, podem ir para casa. Eu depois te direi alguma coisa Matilde.
- Ok amiga, até já.
Eles despediram-se da Vera e saíram de casa dela.
- Mas o que é que se passa contigo, João? Estás diferente.
- Diferente? Não Matilde, o meu pai é que já deve estar preocupado. Tenho de ir almoçar.
- Sabes que ele pode não ser teu pai.
João respirou fundo. Estava a ficar cansado da conversa.
- Matilde, tu não tens provas.
- Ok João. Falamos depois.
Horas mais tarde, João vai a casa da Vera.
- O que é que estás aqui a fazer idiota? Vem para aqui antes que alguém te veja. - Disse a Vera puxando-o para dentro de casa.
- Preciso de falar contigo.
- Do que é que queres falar?
- Não te faças de idiota. Qual foi a tua jogada de dizeres à Matilde que eu e ela somos irmãos?
- Eu não lhe disse nada. Ela é que pensou mal. Não eras tu que querias acabar o namoro com ela? Estás a conseguir.
- Eu queria mas não assim.
- Não assim? Assim como? Inventando coisas? Não é muito longe da verdade.
- Agora vais me dizer que somos meios irmãos não?
- Não. Vou te dizer que a mãe dela, a Adelaide não é a mãe dela.
É isso!
A segunda parte já de seguida.
Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana
- E agora? - Perguntou a Matilde.
- Não sei o que fazer. - Comentou o João.
- O teu pai já sabe?
- Não, não lhe disse nada ainda...
Sentados na mesa de café habitual, onde se reunem normalmente com os amigos, encontrvam-se os dois frente-a-frente com aquele problema sobre os ombros. Para já ainda sem a seriedade de que os adultos lhe iriam dar, porque não tinham dito nada a ninguém.
- Olha - Disse o João - Acho que o melhor é...
- Espera, e se falássemos primeiro com a minha amiga Vera?
- Acho até uma boa ideia.
- queres ir lá agora?
- Podemos ir?
- Claro.
Eles saíram do café e foram a casa da amiga Vera. Vera era uma velha amiga da família da Matilde. A mãe da Vera era amiga da mãe da Matilde. Conheceram-se nos tempos da primária e a partir daí, foram-se tornando melhores amigas. Eles respiraram fundo e bateram à porta.
- Olá Matilde e tu és o João. Vocês não se tinham chateado?
- Vera, a tua mãe está em casa? - Perguntou a Matilde.
- Não não, podem entrar.
A Matilde e o João entraram em casa nervosos e a Vera pediu-lhes que se sentassem no sofá.
- Então, algum problema com vocês? Eu não sou nenhuma consultora amorosa. - Disse a Vera a rir.
- Vera, estou a falar a sério. Eu e o João não podemos continuar juntos. Descobrimos algo que estraga todos os nossos planos. - Disse a Matilde.
A Matilde e o João namoravam à algum tempo mas com a descoberta tiveram que se separar. A Vera ficou preocupada.
- O que aconteceu?
- A Matilde achou estranho uma conversa que a mãe dela teve com a tua.
A Vera ficou parada, subitamente. A Matilde achou estranho a atitude dela.
- O que se passa Vera? - Perguntou a Matilde.
- Já soubeste a verdade?
- Mas tu sabias a verdade?
O João olhou para a Vera. Um olhar cortante.
- Não, não. - Disse ela olhando de relance para o João.
- Então - Disse a Matilde desconfiada - A verdade é esta. Eu e o João podemos ser irmãos.
- Podem ser?
- Sim, Vera, ainda não temos provas e parece que o meu pai não sabe de nada. - Explicou a Matilde.
A Vera não sabia o que dizer.
- Bem, talvez...quer dizer, podem ir para casa. Eu depois te direi alguma coisa Matilde.
- Ok amiga, até já.
Eles despediram-se da Vera e saíram de casa dela.
- Mas o que é que se passa contigo, João? Estás diferente.
- Diferente? Não Matilde, o meu pai é que já deve estar preocupado. Tenho de ir almoçar.
- Sabes que ele pode não ser teu pai.
João respirou fundo. Estava a ficar cansado da conversa.
- Matilde, tu não tens provas.
- Ok João. Falamos depois.
Horas mais tarde, João vai a casa da Vera.
- O que é que estás aqui a fazer idiota? Vem para aqui antes que alguém te veja. - Disse a Vera puxando-o para dentro de casa.
- Preciso de falar contigo.
- Do que é que queres falar?
- Não te faças de idiota. Qual foi a tua jogada de dizeres à Matilde que eu e ela somos irmãos?
- Eu não lhe disse nada. Ela é que pensou mal. Não eras tu que querias acabar o namoro com ela? Estás a conseguir.
- Eu queria mas não assim.
- Não assim? Assim como? Inventando coisas? Não é muito longe da verdade.
- Agora vais me dizer que somos meios irmãos não?
- Não. Vou te dizer que a mãe dela, a Adelaide não é a mãe dela.
É isso!
A segunda parte já de seguida.
Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana
ET aparece na janela
Oi gente! Esse post é "Fail"! Mas bem, esse vídeo só dá para rir.
Bem, o vídeo que vêm em baixo vem dos EUA numa casa. Parece que o homem deixou a câmera ligada virada para a janela. E...bem, só digo que tenham cuidado para não serem observados de noite.
Juliana Dindarova
Bem, o vídeo que vêm em baixo vem dos EUA numa casa. Parece que o homem deixou a câmera ligada virada para a janela. E...bem, só digo que tenham cuidado para não serem observados de noite.
Juliana Dindarova
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Mistério da História
O nosso passado tem muitos mistérios que a ciência "abafa" para que nós não saibamos a realidade.
A equipa tem aqui um vídeo que mostra casos reais de mistérios nunca solucionados pela ciência.
Vejam!
Diana (DSP)
A equipa tem aqui um vídeo que mostra casos reais de mistérios nunca solucionados pela ciência.
Vejam!
Diana (DSP)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
As assombrações do Edificio Joelma
Oi gente! O Ricardo tinha falado há umas semanas perto do Halloween que eu iria falar ainda do Edificio Joelma. Pois bem, aqui está.
O Crime do Poço
Em 1948, antes do Joelma ser construído, havia naquele terreno uma casa que era do professor de química Paulo Camargo .Ele morava com a mãe e as irmãs. Ele estava construindo um poço no fundo do quintal pediu para os trabalhadores da construção faze-lo bem fundo, segundo ele, o motivo da construção do posso era para adquirir água para as suas experiências, nem a família e nem os vizinhos suspeitaram. Ele sem motivo nenhum matou as suas irmãs e a sua mãe a tiros. Ele passou um telegrama no Paraná para sí mesmo e disse que a sua família morreu numa catástrofe e em seguida sepultou as suas vítimas no poço que fora construído no fundo da casa justamente para esse fim. Em 23/11/1948, a polícia descobriu o crime por meio de denúncias feitas, 19 dias depois do assassinato relatando o desaparecimendo de várias mulheres no local. Quando foi descoberto o mistério, Paulo Camargo se matou.
Os bombeiros resgataram os corpos (no resgate, um dos bombeiros sofreu um tipo de infecção cadavérica e mais tarde veio a morrer). A polícia naquela época trabalhava com duas hipóteses que seriam motivos para o crime. A primeira, seria o facto da mãe e das irmãs não terem aprovado uma namorada dele. A segunda, pela sua mãe e irmãs estarem muito doentes e por isso o professor não quis cuidar delas. A verdadeira causa dos assassinatos nunca foi descoberta. Passado o tempo, a casa foi demolida e deu lugar ao edifício.
A casa do professor Paulo ficava no numero 74 da Rua Santo Antônio em 1972. A casa foi demolida e foi contruido no lugar o Ed. Joelma.
Há um filme com base dos relatos de Volquimar na carta de Chico Xavier. O filme é dirigido por Clery Cunha e o papel de Volquimar é interpretado por Beth Goulart. Na psicografia Volquimar autorisa que o filme seja feito. Na cena que foi filmada a morte das personagens um fantasma é registrado por um fotógrafo. Há outras fotos que uma criança aparece no canto da foto.
Já com o prédio reformado, e com nome novo, agora chamado de Praça da Bandeira. O ex- supervisor de estacionamento João de Deus Mendes, via os faróis de um carro apagar e ascender sozinho.
Já a situação de José Carlos Pinheiro foi muito pior, ele começou a morar no estacionamento, ele sentia uma presença se aproximando dele, e disse que quando a viu, reparou que era uma noiva muito bonita. Ele também disse que um colega de trabalho dele também a viu, e a voz o chamava.
Já em 2004 responsáveis pelo comitê de transição de José Serra passam a usar uma sala do prédio, mas por precaução chamam uma monja budista para purificar o local.
A sobrevivente Nádia carderelli disse que a sua mãe teve um precentimento, e a sua vizinha lhe aconselhou não trabalhar naquele dia. Nádia disse que quando o incêndio se espanhou não tinha mais como descer pois o fogo já se espalhou nos andares inferiores. As pessoas que desceram de elevador morreram pois ele pegou fogo quando desceu, as pessoas do elevador são as 13 almas, ou os corpos não indentificados. As pessoas desesperadas no incêndio se atiraram, pois achavam que a morte era sem saída, ou era morrer queimado ou se atirar.
Túmulos
O selador do cemitério Luiz Nunes disse que no cemitério ele ouvia gritos de socorro, as vozes por mais estranho que parecia, vinha de 13 túmulos. Diz ele que as vozes só se aquietaram quando ele jogou água nas sepulturas, as 13 sepulturas jaziam as vítimas do incêndio no edifício Joelma.
O Crime do Poço
Em 1948, antes do Joelma ser construído, havia naquele terreno uma casa que era do professor de química Paulo Camargo .Ele morava com a mãe e as irmãs. Ele estava construindo um poço no fundo do quintal pediu para os trabalhadores da construção faze-lo bem fundo, segundo ele, o motivo da construção do posso era para adquirir água para as suas experiências, nem a família e nem os vizinhos suspeitaram. Ele sem motivo nenhum matou as suas irmãs e a sua mãe a tiros. Ele passou um telegrama no Paraná para sí mesmo e disse que a sua família morreu numa catástrofe e em seguida sepultou as suas vítimas no poço que fora construído no fundo da casa justamente para esse fim. Em 23/11/1948, a polícia descobriu o crime por meio de denúncias feitas, 19 dias depois do assassinato relatando o desaparecimendo de várias mulheres no local. Quando foi descoberto o mistério, Paulo Camargo se matou.
Os bombeiros resgataram os corpos (no resgate, um dos bombeiros sofreu um tipo de infecção cadavérica e mais tarde veio a morrer). A polícia naquela época trabalhava com duas hipóteses que seriam motivos para o crime. A primeira, seria o facto da mãe e das irmãs não terem aprovado uma namorada dele. A segunda, pela sua mãe e irmãs estarem muito doentes e por isso o professor não quis cuidar delas. A verdadeira causa dos assassinatos nunca foi descoberta. Passado o tempo, a casa foi demolida e deu lugar ao edifício.
A casa do professor Paulo ficava no numero 74 da Rua Santo Antônio em 1972. A casa foi demolida e foi contruido no lugar o Ed. Joelma.
O número do edifício mudou. Mas a maldição permaneceu. Dizem que se pode
ver vultos, gemidos e barulhos do prédio. Um curto circuito na ventilação do
prédio que causou o incêndio as oito e quarenta e cinco da manhã. O vapor quente
do incêndio era de 700 graus.
- Os 13 corpos não indentificados das vítimas do Ed Joelma são chamados de as 13 almas. Pessoas vem rezar nas suas sepulturas para realizar desejos, acreditam que elas podem fazer milagres. a capela das 13 almas foram construídas no cemitério por peregrinos.
A família de umas das vítimas, Volquimar, era espirita e se comunicam com os mortos. Segundo a mãe de Volquimar, Walkiria de carvalho, eles se comunicavam com um tipo tabuleiro de ouija. A família frequentava centros espíritas. E quando Volquimar morreu, o seu irmão não teve coragem de contar para a sua mãe, mas a própria Volquimar veio contar a sua mãe em espírito. E dois meses depois a mãe pede ajuda para Chico Xavier para se comunicar com a filha. Segundo Chico Xavier a reencarnação das vítimas do Joelma eram rencarnações de querreiros do século XI nas batalhas das cruzadas para a conquista de Jerusalém. O espírito de Volquimar através de Chico, contou como foi a sua morte e como foi recebida no outro mundo e como aconteceu dentro do prédio. A mãe de Volquimar viu o fantasma da filha ao lado de Chico quando ele escrevia. Tempos depois Volquimar se comunicou no tabuleiro de ouija para a sua mãe retornar a ver Chico.
- Os 13 corpos não indentificados das vítimas do Ed Joelma são chamados de as 13 almas. Pessoas vem rezar nas suas sepulturas para realizar desejos, acreditam que elas podem fazer milagres. a capela das 13 almas foram construídas no cemitério por peregrinos.
A família de umas das vítimas, Volquimar, era espirita e se comunicam com os mortos. Segundo a mãe de Volquimar, Walkiria de carvalho, eles se comunicavam com um tipo tabuleiro de ouija. A família frequentava centros espíritas. E quando Volquimar morreu, o seu irmão não teve coragem de contar para a sua mãe, mas a própria Volquimar veio contar a sua mãe em espírito. E dois meses depois a mãe pede ajuda para Chico Xavier para se comunicar com a filha. Segundo Chico Xavier a reencarnação das vítimas do Joelma eram rencarnações de querreiros do século XI nas batalhas das cruzadas para a conquista de Jerusalém. O espírito de Volquimar através de Chico, contou como foi a sua morte e como foi recebida no outro mundo e como aconteceu dentro do prédio. A mãe de Volquimar viu o fantasma da filha ao lado de Chico quando ele escrevia. Tempos depois Volquimar se comunicou no tabuleiro de ouija para a sua mãe retornar a ver Chico.
Há um filme com base dos relatos de Volquimar na carta de Chico Xavier. O filme é dirigido por Clery Cunha e o papel de Volquimar é interpretado por Beth Goulart. Na psicografia Volquimar autorisa que o filme seja feito. Na cena que foi filmada a morte das personagens um fantasma é registrado por um fotógrafo. Há outras fotos que uma criança aparece no canto da foto.
Já com o prédio reformado, e com nome novo, agora chamado de Praça da Bandeira. O ex- supervisor de estacionamento João de Deus Mendes, via os faróis de um carro apagar e ascender sozinho.
Já a situação de José Carlos Pinheiro foi muito pior, ele começou a morar no estacionamento, ele sentia uma presença se aproximando dele, e disse que quando a viu, reparou que era uma noiva muito bonita. Ele também disse que um colega de trabalho dele também a viu, e a voz o chamava.
Já em 2004 responsáveis pelo comitê de transição de José Serra passam a usar uma sala do prédio, mas por precaução chamam uma monja budista para purificar o local.
Segundo a monja Kazuyo Nabeta, os espíritos que morreram no prédio
permaneceram no local , os que morreram acompanhavam a monja sentiram um frio
como se o ar-condicionado estivesse ligado, porém nem tinha ar no local. Eles
ouviram uma música tocando até que Kazuyo os sentiu. Ela orou pedindo a
iluminação de Buda para o local e para os espíritos, para que eles possam
reencarnar.
A sobrevivente Nádia carderelli disse que a sua mãe teve um precentimento, e a sua vizinha lhe aconselhou não trabalhar naquele dia. Nádia disse que quando o incêndio se espanhou não tinha mais como descer pois o fogo já se espalhou nos andares inferiores. As pessoas que desceram de elevador morreram pois ele pegou fogo quando desceu, as pessoas do elevador são as 13 almas, ou os corpos não indentificados. As pessoas desesperadas no incêndio se atiraram, pois achavam que a morte era sem saída, ou era morrer queimado ou se atirar.
Túmulos
O selador do cemitério Luiz Nunes disse que no cemitério ele ouvia gritos de socorro, as vozes por mais estranho que parecia, vinha de 13 túmulos. Diz ele que as vozes só se aquietaram quando ele jogou água nas sepulturas, as 13 sepulturas jaziam as vítimas do incêndio no edifício Joelma.
![]() |
| Edificio Joelma em chamas
|
![]() |
| Uma imagem do filme
|
Juliana
domingo, 27 de novembro de 2011
Orbs
Quem não sabe o que são Orbs?
Orbs são bolas brancas que aparecem em fotografias onde não deveriam estar.
Além de máquinas fotográficas, eles também aparecem em vídeos flutuando o que deixa o tema um pouco mais misterioso.
Cépticos dizem que os orbs são simplesmente poeiras que passam pela lente ou algum reflexo de luz. Já os paranormais acreditam que os orbs poderiam ser espíritos que vagueiam pela terra, ou entidades superiores, até os ufologos já entraram no assunto já que os orbs se enquadram no termo OVNI (Objecto Voador Não Identificado).
Vejam esta foto.
Estranha não? A equipa acha que esta foto foi tirada num cemitério. Pelo menos parece.
Tirem as vossas conclusões.
Rui
Orbs são bolas brancas que aparecem em fotografias onde não deveriam estar.
Além de máquinas fotográficas, eles também aparecem em vídeos flutuando o que deixa o tema um pouco mais misterioso.
Cépticos dizem que os orbs são simplesmente poeiras que passam pela lente ou algum reflexo de luz. Já os paranormais acreditam que os orbs poderiam ser espíritos que vagueiam pela terra, ou entidades superiores, até os ufologos já entraram no assunto já que os orbs se enquadram no termo OVNI (Objecto Voador Não Identificado).
Vejam esta foto.
Estranha não? A equipa acha que esta foto foi tirada num cemitério. Pelo menos parece.
Tirem as vossas conclusões.
Rui
Subscrever:
Mensagens (Atom)















