sábado, 11 de fevereiro de 2012

Fantasma no armário

Olá a todos! Primeiro que tudo pedimos desculpa pelo atraso. Nós no Facebook falámos o que estava a acontecer. Esta semana vamos ter imensos posts e como está quase a fazer um ano de blog, um ano em que o Terror 666 foi criado nós estamos a criar posts "especiais".
Por enquanto, fiquem com dois vídeos em que um homem consegue ter contato com o espírito de uma menina que aparece na porta de um armário.
Podem ver que não tem fundo falso e aliás, o armário estava cheio.





Ricardo

domingo, 25 de dezembro de 2011

Mini-história da Diana (DSP) (3ª e última parte)

Aqui está a última parte.

Horas mais tarde a polícia chegou a casa da Matilde. Vera estava no local, ela sabia que algo iria acontecer. Reparou que o João estava no local e foi ter com ele.
- O que é que aconteceu?
- A Adelaide foi morta.
- Como pudeste?
- Não fui eu Vera, porque é que tu não me disseste que a Matilde tinha um revólver em casa dela?
A Vera não estava a acreditar.
- O estado dela piorou João.
João abanou a cabeça.
- Não temos muito tempo. Vem comigo!
Ele e a Vera encaminharam-se para dentro do carro dele. Vera ao entrar, reparou que a Matilde também estava presente.
- João, o que é que ela está aqui a fazer?
- Não faças perguntas.
Minutos depois estavam numa rua deserta.
- O que é que se passa aqui? - Perguntou a Vera.
- Tu vais ver o final. - Respondeu o João.
- O final? - Perguntou Vera sem perceber.
O João foi à mochila que trazia consigo e tirou de lá umas bolachas.
- A Adelaide estava a fazer isto antes de morrer. Acho que era para a Matilde, não sei. - Disse ele com um sorriso.
Vera percebeu tudo, foi ele que matou a mãe e é ele que vai envenenar a Matilde.
- Matilde, não fazes nada? - Perguntou a Vera a achar estranho a atitude dela.
- Claro que não Vera, ela confia mais em mim do que na melhor amiga dela. - Disse ele a sorrir.
e aconteceu...Matilde em minutos comeu uma das bolachas que o João trazia. Era o paraíso...a morte, porque a recebia dele.

Dias mais tarde, Matilde andava desaparecida, tinha saído da psiquiatria onde tinha estado. João estava morto, sepultado no cemitério de Lisboa, graças aquele incidente que aconteceu naquela rua deserta. Vera estava viva mas suspeita pela morte de João. Foi João que tinha morto Adelaide pois quando chegou a casa de Matilde, viu que esta já sabia a verdade. Vera, naquela rua deserta, ia sendo morta por Matilde, que trazia o revólver que pertencia não a si mas a João. Vera trabalhava com o pai de João que era da polícia judiciária mas pouca gente sabia. Com um revólver que trazia consigo matou João antes que Matilde pudesse fazer uma loucura. Matilde saiu a correr dali e mais ninguém a encontrou. Vera saiu dali mas esqueceu-se de apagar as provas ficando suspeita pela morte dele. Quanto a Matilde, ninguém sabe de nada mas algo que todos sabemos é que o João irá atormentar a pessoa que lhe acabou a vida. A Vera.

Fim!
E foi esta a mini-história feita pela Diana (DSP).
Leiam esta mini-história de noite. Aconselhamos.

Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana

Mini-história da Diana (DSP) (Parte 2)

Aqui está a segunda parte!

- Não. Vou te dizer que a mãe dela, a Adelaide, não é mãe dela.
O João não estava a perceber.
- O que é que tu queres dizer com isso?
- A Matilde foi abandonada pela mãe verdadeira, foi a Adelaide que cuidou dela. Eu e a Matilde somos amigas mais ou menos desde que nascemos. Numa conversa que a Adelaide teve com a minha mãe percebi que ela era mãe de um rapaz que era um ano mais velho que nós.
- Um rapaz?
- Sim, esse rapaz és tu João.
- Mas o meu pai disse que a minha mãe andava desaparecida.
- E talvez andasse. A Adelaide nunca teve um único homem na vida dela.
- Mas a Adelaide sabe que eu e a Matilde não somos irmãos e se ela contar à Matilde?
- Vais ter que continuar com ela.
- Não, vou ter que matar alguém.
- João, a Adelaide é tua mãe.
- Eu não acredito numa única palavra que tu dizes. Até acredito a parte de a Matilde ter sido abandonada, para ser tão louca.
- A Matilde não é louca, ela só não está saudável.
- O que seja Vera. Vou ter com a Matilde.
E dizendo isto saiu de casa da Vera. Ele podia ter dito à Vera que não acreditava mas a verdade é que era mentira. Ele tinha acreditado em tudo o que ela lhe tinha dito...

Fim da segunda parte.

Já de seguida vem o final.

Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana

Mini-história da Diana (DSP) (Parte 1)

Bem, como sabem, é a Diana que cria as mini-histórias de terror. E bem, na escola dela, foi pedido pelo seu professor de Filosofia para escrever uma pequena história tendo um pequeno texto como introdução. Ela usou a mente "terrorista" dela para escrever algo mortífero. Ora vejam aqui, a 1ª parte.

- E agora? - Perguntou a Matilde.
- Não sei o que fazer. - Comentou o João.
- O teu pai já sabe?
- Não, não lhe disse nada ainda...
Sentados na mesa de café habitual, onde se reunem normalmente com os amigos, encontrvam-se os dois frente-a-frente com aquele problema sobre os ombros. Para já ainda sem a seriedade de que os adultos lhe iriam dar, porque não tinham dito nada a ninguém.
- Olha - Disse o João - Acho que o melhor é...
- Espera, e se falássemos primeiro com a minha amiga Vera?
- Acho até uma boa ideia.
- queres ir lá agora?
- Podemos ir?
- Claro.
Eles saíram do café e foram a casa da amiga Vera. Vera era uma velha amiga da família da Matilde. A mãe da Vera era amiga da mãe da Matilde. Conheceram-se nos tempos da primária e a partir daí, foram-se tornando melhores amigas. Eles respiraram fundo e bateram à porta.
- Olá Matilde e tu és o João. Vocês não se tinham chateado?
- Vera, a tua mãe está em casa? - Perguntou a Matilde.
- Não não, podem entrar.
A Matilde e o João entraram em casa nervosos e a Vera pediu-lhes que se sentassem no sofá.
- Então, algum problema com vocês? Eu não sou nenhuma consultora amorosa. - Disse a Vera a rir.
- Vera, estou a falar a sério. Eu e o João não podemos continuar juntos. Descobrimos algo que estraga todos os nossos planos. - Disse a Matilde.
A Matilde e o João namoravam à algum tempo mas com a descoberta tiveram que se separar. A Vera ficou preocupada.
- O que aconteceu?
- A Matilde achou estranho uma conversa que a mãe dela teve com a tua.
A Vera ficou parada, subitamente. A Matilde achou estranho a atitude dela.
- O que se passa Vera? - Perguntou a Matilde.
- Já soubeste a verdade?
- Mas tu sabias a verdade?
O João olhou para a Vera. Um olhar cortante.
- Não, não. - Disse ela olhando de relance para o João.
- Então - Disse a Matilde desconfiada - A verdade é esta. Eu e o João podemos ser irmãos.
- Podem ser?
- Sim, Vera, ainda não temos provas e parece que o meu pai não sabe de nada. - Explicou a Matilde.
A Vera não sabia o que dizer.
- Bem, talvez...quer dizer, podem ir para casa. Eu depois te direi alguma coisa Matilde.
- Ok amiga, até já.
Eles despediram-se da Vera e saíram de casa dela.
- Mas o que é que se passa contigo, João? Estás diferente.
- Diferente? Não Matilde, o meu pai é que já deve estar preocupado. Tenho de ir almoçar.
- Sabes que ele pode não ser teu pai.
João respirou fundo. Estava a ficar cansado da conversa.
- Matilde, tu não tens provas.
- Ok João. Falamos depois.
Horas mais tarde, João vai a casa da Vera.
- O que é que estás aqui a fazer idiota? Vem para aqui antes que alguém te veja. - Disse a Vera puxando-o para dentro de casa.
- Preciso de falar contigo.
- Do que é que queres falar?
- Não te faças de idiota. Qual foi a tua jogada de dizeres à Matilde que eu e ela somos irmãos?
- Eu não lhe disse nada. Ela é que pensou mal. Não eras tu que querias acabar o namoro com ela? Estás a conseguir.
- Eu queria mas não assim.
- Não assim? Assim como? Inventando coisas? Não é muito longe da verdade.
- Agora vais me dizer que somos meios irmãos não?
- Não. Vou te dizer que a mãe dela, a Adelaide não é a mãe dela.
É isso!
A segunda parte já de seguida.

Escrito por Diana (DSP), Postado por Juliana

ET aparece na janela

Oi gente! Esse post é "Fail"! Mas bem, esse vídeo só dá para rir.

Bem, o vídeo que vêm em baixo vem dos EUA numa casa. Parece que o homem deixou a câmera ligada virada para a janela. E...bem, só digo que tenham cuidado para não serem observados de noite.

Juliana Dindarova